A modelo inglesa Kate Moss, de 36 anos, foi convidada e aceitou figurar a capa do novo álbum solo do músico Bryan Ferry, intitulado Olympia. No trabalho, a companheira do músico do Kills Jamie Hince surge deitada numa cama, no sentido inverso ao do olhar de quem a vê, com apenas com um colar de diamantes e batom vermelho nos lábios – uma pose que, explicou Ferry, evoca o quadro do pintor Édouard Manet, com o mesmo título, que remonta ao século XIX.
Para o músico que também lidera o Roxy Music, “há muito que Kate é a femme fatale [mulher fatal] do nosso tempo, tão controversa quanto bela, e o mais glamoroso ícone feminino desde Marilyn Monroe". O disco Olympia, trabalho solo de Bryan Ferry estará disponível nas lojas em 25 de Outubro.
Bryan Ferry colabora com Scissor Sisters e outros em novo Álbum
Bryan Ferry, que ganhou fama como vocalista e compositor principal da Roxy Music, está de volta com um novo álbum intitulado Olympia. Olympia inclui colaborações com artistas de grande nome como Nile Rodgers, do Pink Floyd, David Gilmour, Groove Armada, Scissor Sisters, Marcus Miller, Flea, ex-Stone Roses Mani (Primal Scream) e Jonny Greenwood, do Radiohead.Também marca o primeiro álbum de Bryan Ferry se reunir com Phil Manzanera, Andy Mackay e Brian Eno desde Roxy Music álbum For Your Pleasure , em 1973. O álbum apresenta oito novas canções, bem como uma adaptação da canção de Tim Buckley "To the Siren", uma versão da Traffic "No Face, No Name, No Number", bem como colaborações com Scissor Sisters ("Heartache By Numbers") e Groove Armada ("Shameless"). Olímpia será lançado 26 de outubro de 2010 cortesia de Astralwerks Records. Os álbuns primeiro single, "You Can Dance", foi lançado em 10 de agosto. Tracklist: 01. You Can Dance 02. Alphaville 03. Heartache By Numbers 04. Me Oh My 05. Shameless 06. Song To The Siren 07. No Face, No Name, No Number 08. Bf Bass (Ode To Olympia) 09. Reason Or Rhyme 10. Tender Is The Night
Vocalista e líder do grupo diz que não gosta de pressão
Damon Albarn assegura que vai gravar mais material com o Blur, mas que ainda vai demorar, segundo informações da "NME". O grupo gravou a primeira música desde 2003 para o "Record Store Day", no dia 17 de Abril. A canção intitula-se "Fools' Day". Albarn, que teve tempo de compor essa nova canção, explicou como gosta de ter tempo para a música: "Definitivamente vou fazer mais material assim. Adoro o aspecto de não ter pressão".
Fool`s Day está disponível para download gratuito no site da banda O Blur acabam de lançar o seu primeiro som desde 2003. "Fool`s Day" foi lançado para marcar o Dia da Loja de Discos - um evento anual de solidariedade para com as lojas independentes que tentam sobreviver nesta era digital. Dada a grande afluência do público às lojas londrinas para conseguir obter uma das 1000 cópias da edição limitada em vinil, o Blur decidiu disponibilizar a música para download gratuito no seu site, para evitar que os fãs recorram ao download ilegal, anuncia o site da revista "NME". Aumentam assim também as expectativas de que a banda britânica, afastada há cerca de sete anos, possa voltar a reunir-se. Em 2009, o grupo apresentou-se em palco para alguns shows no Hyde Park de Londres e nos festivais de Glastonbury e T in the Park. Ouça aqui a música "Fool`s Day":
O cantor ainda trabalha num projeto de ópera com Jamie Hewlett e Alan Moore e com o Gorillaz que lançaram recentemente "Plastic Beach". Damon Albarn revelou estar em pesquisas sobre magia hermética e filosofia para um novo projeto de ópera. Segundo a NME, o próprio contou que tem lido sobre o tema para o novo processo musical que partilha com Jamie Hewlett e Alan Moore. Este projeto vai ser sobre John Dee, um matemático e astrônomo do século XVI: "É baseado na vida de John Dee que teve muita influência na Europa de Elizabeth, especialmente na Inglaterra", revelou à "NYMag". "Foi responsável pela criação do conceito do império inglês. Por isso afetou as nossas vidas de uma maneira ou de outra. Foi um alquimista", continuou sobre o projeto que mantêm além do Gorillaz. "Esta é a primeira vez que parei de escrever em seis meses" informou, explicando a sua dedicação à futura ópera que o faz estudar Euclides e Pitágoras. Albarn e Hewllet já colaboraram de forma semelhante em Monkey com "A Journey To The West" em 2007, que saiu para o mercado em formato disco via XL Recordings.
Caminhos do Frio 2010 acontece nos meses de julho e agosto 11/03/2010
Da Ascom/Sebrae Ainda no clima quente dos verões paraibanos a comissão de cidades sedes e o Sebrae Paraíba, responsáveis pela ‘Rota Cultural Caminhos do Frio’, reuniram-se na tarde desta quarta-feira, 10, no Sebrae, em João Pessoa. O grupo aproveitou o encontro para ajustar o período de realização do evento, além do ajustamento de conduta para a valorização de artistas da terra na programação e discussão de problemas enfrentados por cada município na realização da Rota.
Município de Areia está no circuito turístico
Com o frio como grande atrativo, o Caminhos do Frio é realizado sempre nos meses onde se registram as temperaturas mais baixas da região do Brejo paraibano. Em 2010 a Rota deve acontecer entre o final do mês de julho e em todo o mês de agosto, ainda sem data determinada para a grande abertura e fechamento, além de não estarem definidas a sequencia de cidades a receberem as atrações. Segundo Regina Amorim, gestora do projeto de Turismo do Sebrae Paraíba, a idéia em 2010 é defender atividades e apresentações que sejam da cultura paraibana. “Temos que caracterizar cada vez mais o Caminhos do Frio com a cara do nosso estado, para isso temos que ter gente da terra, produtos da terra. Se você vai a uma viajem a Serra Gaúcha você quer ver o artista mostrando as tradições da Serra Gaúcha. O turista que vem a Paraíba quer ver a nossa Zabé da Loca, as pinturas de Pedro Américo. Ele quer o local, a tradição, a cultura do povo”, explica. Dentro da perspectiva de encarar o evento como uma injeção de renda nos municípios, durante a reunião os gestores também estabeleceram o direcionamento do público que deverá ser chamado para as atividades do evento. São pessoas pertencentes da classe A e B, além dos formadores de opinião deverão ser o grande foco do Caminhos do Frio 2010. De acordo com Regina quando se estabelece um trabalho de turismo como um negócio exige-se uma segmentação de quem é o turista que deve estar ali. “Selecionar mais o público garante um evento realmente de caráter cultural e com formato de turismo feito para o negócio. Com as atrações locais na programação já damos um direcionamento melhor, uma coisa acaba levando a outra e isso ajustado entre todos os prefeitos dos municípios integrantes da Rota só tende melhorar o produto”, afirma a prefeita da cidade de Bananeiras, Marta Ramalho. A cidade participou de todas as edições do Caminhos do Frio e na última chegou a receber 1.500 turistas por noite de evento. Outra grande novidade revelada durante a reunião é que uma empresa de eventos estará acompanhando, dando apoio e organizando toda a grade de programação do Caminhos do Frio em todas as cidades. “A iniciativa é inovadora e pretende amarrar melhor todas as atividades dando um apoio maior para as prefeituras já que esse é um evento de grande porte”, comenta Coca, prefeito do município de Pilões. Melhor frio em Areia
Entre os meses de maio a agosto a temperatura de cidades como Areia, oscila entre 15º e 18° graus considerada uma das mais baixas na região do Brejo da Paraíba, onde proporciona um dos climas mais agradáveis do Nordeste brasileiro durante o período. A cidade de Areia nessa época do ano é uma das mais procuradas e recebe turistas e visitantes de várias localidades do Nordeste e do exterior, é o que registra a Sede da Secretaria de Turismo do Município. "A sensação do frio é um dos aliados que junto a riqueza arquitetônica, paisagística e histórica da cidade e sua névoa que encobre as ruas e paisagens da cidade”. A média de visitantes na cidade é de 1600 por mês.
A empresa de eventos responsável também passará por todas as cidades para conhecer os espaços e ajustar a programação dos shows, oficinas e demais atividades. Segunda-feira, 15, a empresa visitará as cidades de Alagoa Nova e Areia, dia 16 em Pilões e Serraria, e por fim no dia 17 em Bananeiras (foto) e Alagoa Grande.
Arctic Monkeys tocam músicas novas ao vivo na internet
Grupo mostrou canções de 'Humbug' em seu site oficial na quinta (30/07). Terceiro álbum da banda inglesa que saiu em agosto. A banda inglesa Arctic Monkeys tocou músicas de seu próximo álbum, "Humbug" em um show ao vivo na internet. A apresentação foi transmitida pelo site oficial do grupo a partir das 18h (horário de Brasília). O disco foi produzido por James Ford, que já havia trabalhado com o grupo de Sheffield, e Josh Homme, do Queens of the Stone Age, em seu estúdio no deserto da Califórnia. "Crying lightning", primeiro single do novo trabalho, já está disponível para download pago. O Arctic Monkeys - que atualmente reúne Alex Turner (guitarra e vocais), Jamie Cook (guitarra), Nick O'Malley (baixo e backing vocals) e Matt Helders (bateria e backing vocals) - já lançou os álbuns "Whatever people say I am, that's what I'm not" (2006) e "Favourite worst nightmare" (2007).
Arctic Monkeys: letras não constam no encarte
Em entrevista ao The Observer, o vocalista do ARCTIC MONKEYS, Alex Turner, fez uma revelação no mínimo inusitada. Ao ser questionado sobre o porquê das letras da banda não aparecerem nos encartes dos discos, Turner respondeu que o ARCTIC MONKEYS acredita que suas composições não são boas o bastante. “Não achava que elas tinham qualidade para aparecer no encarte. Mas talvez da próxima vez elas apareçam”, opina o cantor. http://whiplash.net
Em novo disco, Arctic Monkeys busca inspiração em Hendrix
Um doce que leva mais tempo até você sentir o açúcar. É assim que o baterista do Arctic Monkeys, Matt Helders, definiu àFolhao novo disco da banda inglesa, "Humbug", que tem previsão de lançamento para o final do próximo mês.
O título do álbum é engenhoso. Humbug é o nome de um doce popular na Inglaterra, mas também pode significar o ato deliberado de enganar, e ainda tem o sentido de "nonsense".
Integrantes da banda "Arctic Monkeys", que lança o disco "Humbug" no fim de agosto
"Os dois primeiros álbuns eram como doces bem açucarados, esse aqui requer um pouco mais até você chegar no doce. É a nossa analogia. E humbug é também a expressão usada pelo Scrooge do "Conto de Natal" do Dickens, porque ele não gosta das coisas de Natal, então o nome do disco soa um pouco como uma piada", disse.
Deliberadamente, com a intenção de enganar ou não, Matt afirma que as inspirações para o disco vieram de artistas como Black Sabbath e Jimi Hendrix. Segundo ele, a banda quis experimentar um som mais obscuro e sombrio em momentos pontuais.
"Não queríamos fazer um álbum inteiro assim, mas queríamos que esses momentos sombrios fossem especiais." Para Matt, o novo disco é mais profundo que os anteriores e as letras deixam mais espaço para a imaginação.
Desta vez, o baterista afirma que a banda teve mais tempo para se dedicar ao álbum. "Humbug" foi gravado em parte em um estúdio no deserto, em Joshua Tree, com coprodução de Josh Homme, do Queens of the Stone Age.
"Queríamos trabalhar com ele. Ficamos duas semanas no deserto. O lugar trouxe uma atmosfera própria." A segunda parte foi gravada no Brooklyn.
Apresentações
O álbum já tem uma música lançada: "Crying Lightning". Até o fim do ano, a banda se apresentará na Alemanha, Bélgica, Inglaterra, França e nos EUA. No ano que vem, pretendem tocar na América do Sul, e Matt diz ter esperanças de voltar ao Brasil. Sobre a vinda ao país em 2007, o baterista conta que a banda ficou surpresa com a receptividade do público.
"Nós não tínhamos nenhuma ideia de como era o lugar, então tudo foi novidade. Só sabíamos das praias e do futebol. Ficamos bastante surpresos com a quantidade de fãs que apareceram no hotel e no show", disse o baterista.
Prestes a sair em turnê, Matt afirma que, depois de um intervalo de quase dois anos, a banda já está sentindo falta de tocar ao vivo, e compara as diferentes plateias para as quais já fizeram shows. "Os alemães são mais próximos dos ingleses, agressivos e barulhentos.
No Japão, o público fica em pé e não diz nada. Eles são educados e respeitosos, querem ouvir tudo o que você fala. É uma experiência muito diferente, mas uma hora você aprende a lidar com tudo isso."
28/01/2009-14h15
Nova música do Arctic Monkeys já está na internet
daFolha Online
A versão ao vivo de uma música nova do Arctic Monkeys pode ser conferida noYouTube.
Trata-se da execução do single "Crying Lightning" durante a edição deste ano do festival Big Day Out, em Sidney, na Austrália.
A canção é uma das quatro que a banda vem tocando desde que começou a fazer shows este ano.
A música, mais cadenciada do que as mais conhecidas do grupo, tem duração de quatro minutos e dois segundos. É preciso aumentar muito o volume porque a gravação foi tirada da apresentação veiculada por uma TV local.
O grupo, integrado por Alex Turner (vocal e guitarra), Jamie Cook (guitarra), Matt Helders (bateria e backing vocal) e Nick O'Malley (baixo) se apresentou no Brasil no final de 2007 durante a edição daquele ano do Tim Festival.
27/10/2007- tunel do tempo
Arctic Monkeys apresenta rock direto e acelerado no Tim Festival
SANDRO CARNEIRO daEfe, no Rio de Janeiro
Como já era previsto, o Arctic Monkeys, uma das últimas sensações do rock britânico, arrastou uma multidão de adolescentes e amantes do rock para o show que fez na noite de sexta-feira (26) na edição carioca do Tim Festival 2007.
O grupo, integrado por Alex Turner (vocal e guitarra), Jamie Cook (guitarra), Matt Helders (bateria e backing vocal) e Nick O'Malley (baixo) --todos na faixa dos 20 anos--, fez jus à fama que conquistou mundialmente desde que, no começo do ano passado, lançou "Whatever People Say I Am, That's What I'm Not", aclamado álbum de estréia da banda.
Sem muitas firulas ou qualquer contato com o público, o quarteto, com quase nenhuma preocupação com o visual, subiu num palco simples e mandou ver com seu rock direto e de letras pueris, que já valeram a Alex Turner o título de poeta do cotidiano teen.
Já na primeira música, "Sandtrap", o público que lotava a tenda principal do evento deixou claro que estava bastante familiarizado com o repertório do grupo.
Afiada, a maioria dos 4.000 fãs presentes, que já faziam fila para o show cerca de duas horas antes do seu início, também mostrou disposição pulando ao som das engatilhadas "House is a Circus", "Brianstorm", "Still Take You Home" e "Dancing Shoes".
No entanto, a primeira vez que a platéia vibrou de verdade foi com "Fake Tales of San Francisco", e depois com o sucesso "I Bet You Look on the Dancefloor", o quase hino "Fluorescent Adolescent" --um dos pontos altos da acelerada apresentação-- e a candidata a hit "Teddy Picker".
Sempre acompanhando o ritmo das guitarras, da bateria e do baixo, o público também respondeu com empolgação a várias das canções do segundo disco da banda --"Favorite Worst Nightmare", lançado em abril deste ano--, como "Balaclava", "Old Yellow Bricks", "D is for Dangerous", "Do me a Favour" e If You Were There, Beware".
A essa altura do espetáculo, Alex Turner já tinha quebrado o gelo com a platéia perguntando, sem parecer realmente interessado, se estava tudo bem e se a apresentação da banda estava agradando.
O longo set list do show, que durou aproximadamente uma hora, incluiu ainda uma música não gravada pelo Arctic Monkeys e que os brasileiros ouviram pela primeira vez: "The Nettles".
Nos 25 minutos finais da apresentação, o jovem grupo emendou uma seqüência matadora, mostrando mais uma vez seu poderoso punch com "The View from the Afternoon", embalando os fãs com as melódicas "Leave Before the Lights Come On" e "When the Sun Goes Down", e encerrando a barulhenta noite com uma interpretação magistral de "A Certain Romance".
Antes do Arctic Monkeys, quem se apresentou no palco "Novo Rock UK" foram os também britânicos do Hot Chip, quinteto surgido em 2000 e que ficou famoso há dois anos, graças à swingada "Over and Over".
Com um som dançante, marcado pela forte presença de elementos eletrônicos e de percussão, a banda esquentou o público que começava a chegar para assistir à grande atração da tenda.
Em aproximadamente 45 minutos, o Hot Chip fez um show descontraído e alegre, durante o qual o tempo todo tentou envolver a platéia e cantou as músicas "Shake a Fist", "And I Was a Boy from School", "Ready to Floor", "No Fit State" e "Beach Party", além de seu maior hit.
Albarn volta com o guitarrista Graham Coxon, adiantando que é «fantástico» ter o seu amigo de volta.
Coxon deixou os Blur em 2002, um ano antes do lançamento do último álbum «Think Tank».
Nos últimos anos, Albarn tem dedicado o seu tempo a vários projetos, como os Africa Express, The Good, The Bad And The Queen e os Gorillaz.
Banda inglesa ainda se apresenta em Londres em 2 e 3 de Julho de 2009.
Em entrevista à revista NME, a banda de Damon Albarn, Graham Coxon, Alex James e Dave Rowntree revelou que «Voltámos a sentir que era a coisa certa a fazer», disse Albarn, adiantando que o Blur acreditam que têm «uma razão para existir», disse Albarn.
Damon Albarn torna-se produtor de World Music
Damon Albarn dedica-se à produção, juntando-se ao aclamado duo da «World Music», Amadou And Mariam, natural do Mali, noticia o site NME.
O membro do Blur e do Gorillaz produziu «Sabali», o primeiro single do próximo álbum do duo.
«Welcome to Mali», lançado no dia 17 de Novembro de 2008, apresenta uma série de convidados do circuito da «World Music», tais como o tocador de kora Toumani Diabete, que já trabalhou anteriormente com Albarn no seu álbum «Mali Music» e Björk em «Volta».
Banda se apresentou perante plateia de 150 pessoas antes de enfrentar as grandes multidões no show de retorno aos palcos
Blur
Os britânicos do Blur voltaram este sábado aos palcos, seis anos após o seu último show.
Segundo a BBC News, a banda de Damon Albarn e Graham Coxon apresentou perante cerca de de 150 pessoas no pequeno East Anglian Railway Museum, em Essex (Inglaterra), o mesmo local onde o Blur deram os primeiros passos em 1988.
Ao longo de mais de duas horas de show, o Blur recordou sucessos como «Song 2», «Country House», «Parklife», «Girls and Boys» e «To The End».
O espetáculo serviu de «aquecimento» para a turnê de volta aos palcos do Blur. A banda tem dois grandes shows agendados, e já esgotados, no Hyde Park de Londres, a 2 e 3 de Julho, e participará nos festivais Glastonbury e T in The Park.
O setlist do show:
1. She's So High 2. Girls And Boys 3. Tracy Jacks 4. There's No Other Way 5. Jubilee 6. Bad Head 7. Beetlebum 8. Trimm Trabb 9. Coffee And TV 10. Tender 11. Country House 12. Charmless Man 13. Colin Zeal 14. Oily Water 15. Chemical World 16. Sunday Sunday 17. Parklife 18. End Of A Century 19. To The End 20. This Is A Low
Ainda: 21. Popscene 22. Advert 23. Song 2 24. Out Of Time 25. Battery In Your Leg 26. Essex Dogs 27. For Tomorrow 28. The Universal
O Flávio C, que começou sua carreira no circuito universitário de João Pessoa, capital da Paraíba em 2002, lançou o CD "Seguindo a Rede Elétrica" pelo selo Arsenal, volta aos palcos dia 07 para celebrar os dez anos do primeiro disco num show inesquecível com a formação original. O show acontece durante o Cineport, na Usina Cultural Energisa, o festival de cinema que acontece entre os dias 1º e 10 de maio, em João Pessoa. Com o nome Flávio Cavalcanti Project, o grupo foi formado pelos estudantes do curso de Comunicação da UFPB Fábio (vocalista) e Edy (guitarra), em João Pessoa, se apresentado já com a formação original, pela primeira vez na Sala Preta para um público de universitários. Também fazem parte do Flávio C, os integrantes Punk-Josimar (vocal), Marcelo (baixo) e Tony Ramalho (bateria).
Eles voltaram a se encontrar na terça feira (28/04) para um ensaio que deve marcar a sua volta com grande estilo, num show depois de sete anos de descanso.Criada em 1994, o Flávio Cavalcanti começou em palcos das calouradas de Comunicação, tendo como proposta de revisitar o rock brasileiro dos anos 1980. FC era uma provocação ao apresentador de televisão que não tolerava rock ‘n’ roll. Na época o vocalista também escrevia em parceria com Rogério M. Nunes uma monografia sobre a cena roqueira paraibana, intitulada ‘O Rock Paraibano dos Anos 80’ (que foi lançado em formato de livro em 1998 pelo selo Marca de Fantasia).
As atividades da banda terminaram em 1998, quando o grupo se apresentou em universidades e uma apresentação antológica no Shopping mais popular da capital. Em 2006 a banda ainda circulou por festivais, como o Fenart, Centro em Cena e o Mada(RN) (Segunda edição festival de Natal), onde foram descobertos pela então multinacional Virgin e contratados pela gravadora. Seu primeiro single foi “Enquanto os garotos jogam bola”, veiculado pelo canal Sport TV, quando mudou de nome para Flávio C, por causa de problemas judiciais com a família de Flavio Cavalcanti, morto em 1986.Flávio C fez o CD Seguindo a Rede Elétrica em 2002 na Arsenal. O disco foi gravado no Midas Estúdios em São Paulo, com grande parte das músicas do primeiro CD, e mais quatro inéditas. Do disco que teve distribuição nacional pela Abril Music, saiu o single “E se for só” tocado em rádios de todo o Brasil, além da música "Posso até Sonhar". Segundo os integrantes da banda naquela época a Arsenal não tinha muito interesse em apostar na banda, se voltando para os recém sucedidos grupos a exemplo de CPM 22 e Tihuana. Foi então que o Flávio C acabou e os integrantes voltaram para João Pessoa.
Os trabalhos da banda sempre foram feitos em cima de versões entre hits da new wave nacional dos anos 80, como Kid Abelha, Blitz, Gang 90 e Metrô, com estilo e melodia da época, com uma pegada de guitarra e bateria mais forte. A banda ainda agrega outras influências como punk rock, hardcore e Beatles, assinalando em suas canções uma sonoridade fincada na contemporaneidade. Flávio C é uma banda performática no palco. O som é animado e melodioso, tem garra na guitarra e bateria com pegada e influência do punk rock. Suas composições criam refrões pegajosos e sonoridades que sempre levanta o astral de qualquer desavisado. Entre outras composições da banda estão músicas como "Flávio Cavalcanti na Praia", um dos maiores sucessos da banda em João Pessoa, que lembra um pouco o estilo da Blitz e a banda inglesa The Cure. Outro destaque da banda é "Tente me Alcançar", com participação no Cd do guitarrista Philippe Seabra, da Plebe Rude, outra referência dos 80 para o Flávio C. Já "Estamos em Casa", remete The Smiths, dos 80. Suas inspirações referem-se a cultura, festas e noitadas do grupo na praia de Tambaú, encontros e à vida. É o Flávio C voltando com seu espírito de festa na cena roqueira da Paraíba.
Minotaur terá os cinco álbuns de estúdio da banda, livro e DVD com show e videoclipes; pré-venda começa em 15 de junho
A banda norte-americana Pixies vai lançar um box especial para colecionadores com seus cinco discos de estúdio. Minotaur estará disponível para pré-venda em 15 de junho.
Os álbuns, liberados entre 1987 e 1991, saem em formato CD 24K (disco revestido com uma camada de ouro) e Blu-Ray. Faixas inéditas, contudo, não estão nos planos do grupo de Frank Black e Kim Deal.
O pacote deluxe também conta com DVD da lendária performance do Pixies na Brixton Academy (Londres, 1991), todos os vídeos da banda, um livro com 54 páginas e arte repaginada pelo do britânico Vaughan Oliver.
Uma edição limitada de Minotaur dará conta, ainda, de tudo já citado mais os cinco álbuns em vinil de 180 gramas, um especial com a arte de Oliver e um outro livro de 72 páginas, em capa dura.Ao site do semanário britânico NME, Oliver - colaborador antigo do Pixies e professor da Universidade de Artes Criativas, na cidade inglesa Epsom - contou que pediu ajuda de seus estudantes na hora de elaborar o novo design. "Selecionei um time de alunos sob minha direção para trabalhar em cima dos títulos da tracklist, em 3D. Cortar a tracklist de cartões jogar uma luz sobre elas... Fazer os títulos com unhas. Tudo bastante orgânico."O Pixies - que passou por longo período sabático entre 1993 e 2004 - esteve no Brasil em 2004, quando tocou no Curitiba Pop Festival.
Confira os álbuns contidos na box deluxe: - Come On Pilgrim (1987)- Surfer Rosa (1988)- Doolittle (1989)- Bossanova (1990)- Trompe Le Monde (1991)
Acústico «Secret, Profane & Sugarcane» foi gravado em três dias com produtor T Bone Burnett
O britânico Elvis Costello irá lançar o seu novo álbum no dia 1 de Junho. Segundo o site oficial do músico, «Secret, Profane & Sugarcane» foi produzido pelo colaborador de longa data T Bone Burnett e as gravações duraram apenas três dias. O novo trabalho foi gravado em colaboração com vários intérpretes de renome de música country e bluegrass, como Jerry Douglas e Stuart Duncan, e apresenta 13 temas em formato maioritariamente acústico. O álbum inclui 10 inéditos, entre os quais «Sulphur to Sugarcane» - co-composto com T Bone Burnett - e «I Felt The Chill» - a segunda colaboração de Elvis Costello com a lenda viva do country, Loretta Lynn. Da lista fazem ainda parte duas canções escritas por Costello para Johnny Cash. Um deles, «Hidden Shame», foi editado por Cash em 1990 no álbum «Boom Chicka Boom». O single de apresentação do disco dá pelo nome de «Complicated Shadows». Playlist de «Secret, Profane & Sugarcane»: 1. Down Among the Wine and Spirits 2. Complicated Shadows 3. I Felt the Chill 4. My All Time Doll 5. Hidden Shame 6. She Handed Me a Mirror 7. I Dreamed of My Old Lover 8. How Deep is the Red 9. She Was No Good 10. Sulfur to Sugarcane 11. Red Cotton 12. The Crooked Line 13. Changing Partners. 03/23/ 2009
álbum de Costello apenas em vinil Disco acompanhado de um código para download 2008/03/24 O álbum de Elvis Costello, «Momofuku», cuja data de lançamento está marcada para 22 de Abril de 2008, chegou às lojas apenas em formato vinil, diz a agência Reuters. O disco traz ainda um código para que possa ser feito o download de todas as faixas que o compõem. O último álbum de estúdio de Elvis Costello, «The Delivery Man», data de 2004. Elvis Costello trouxe Nova Orleans ao Algarve Noite de rhythm & blues com o mestre Allen Toussaint 2007/08 O jardim do hotel Lake Resort, em Vilamoura, recebeu esta terça-feira Elvis Costello e um convidado muito especial. O músico inglês trouxe consigo um dos maiores nomes do rhythm & blues de Nova Orleãs, o pianista Allen Toussaint, com quem colaborou no álbum "The River In Reverse". O disco foi editado em 2006, ainda na ressaca do furacão Katrina, e celebrou a música de uma das mais enigmáticas e multiculturais cidades norte-americanas. No último show da turnê europeia, Costello e Toussaint trouxeram ao Algarve o ritmo e a alegria da música made in Nova Orleans. O público foi brindado com mais de hora e meia de música, entre temas originais de Toussaint e adaptados pelo cantor inglês e outros escritos por Costello e musicados pela lenda viva do R&B. "Wonder Woman", "International Echo" e "Ascension Day" foram alguns dos muitos temas retirados de "The River In Reverse" e que compuseram o playlist do espetáculo. O repertório de Costello não podia, no entanto, ficar esquecido, e o cantor nascido em Londres recuperou os 'velhinhos' "(I Don't Want To Go To) Chelsea", de 1978, e "Watching The Detectives" (1977), entre outros. Elvis Costello não se cansou de elogiar Toussaint ao longo de toda a noite, confessando que um dos maiores prazeres na preparação da tournée foi mesmo adaptar ao seu estilo as canções escritas pelo norte-americano de 69 anos. "Play Something Sweet (Brickyard Blues)" e "Yes We Can Can" foram dois dos momentos da noite em que a assistência dançou ao som do R&B de Nova Orleans.
As duas estrelas principais da noite estiveram acompanhadas ao mais alto nível pelos restantes membros da banda. A seção de sopro e Steve Naive (órgão) - habitual colaborador de Costello - brilharam no palco montado à beira do lago do luxuoso hotel. Na despedida, Costello deixou o público com "The Sharpest Thorn", uma história de aviso a todos os que "começam a noite com a cabeça cheia de grandes ideias e de bolsos bem cheios" e que acabam "sem dinheiro algum e com um pastel de nata na cara". Ficou o aviso para quem se aventurou pela noite de Vilamoura e arredores. Quanto a Costello e Toussaint, o seu trabalho estava feito e o concerto no Lake Resort foi um bom final de turnê. E durante hora e meia, Nova Orleans esteve em Vilamoura.
«Between Worlds» é uma história sobre ambição e é lançado a 5 de Maio Fischerspooner já terminaram o último álbum, «Between Worlds», que será lançado a 5 de Maio. «É uma história americana sobre ambição, experimentação, perigo e limites», explica Casey Spooner, no site oficial da banda. Para celebrar o lançamento do álbum, os Fischerspooner vão tocar em três shows privados, limitados a 60 pessoas, na The Performing Garage, nos dias 23, 24 e 25 de Abril. Faça aqui o download do single «Supply & Demand» Links relacionados: Myspace da banda •••
BOGOTÁ (Reuters) - A ex-candidata à vice-presidência da Colômbia Clara Rojas, que concebeu e deu à luz seu filho Emmanuel na selva, lançou na segunda-feira o livro "Cautiva" (Cativa), em que relata as dificuldades que viveu durante os quase seis anos que passou em poder dos guerrilheiros das Farc. O livro é a sexta e mais recente publicação de ex-reféns das esquerdistas Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), o maior grupo rebelde desse país sul-americano há mais de quatro décadas fustigado por um conflito interno que deixa milhares de mortos todos os anos. Rojas, que foi sequestrada com a ex-candidata à presidência da Colômbia Ingrid Betancourt, faz uma narrativa horripilante da tragédia que viveu durante seu cativeiro, assim como das incertezas por que passou com a gravidez, a posterior separação de seu filho e o rompimento da amizade com a política franco-colombiana Betancourt. "Para mim, é uma história de ontem. Hoje resgato que estamos vivas, que estou viva, que posso estar aqui, compartilhando a vida com vocês, que hoje vivo na companhia de meu filho, que é a coisa mais valiosa", disse a advogada de 44 anos no lançamento de seu livro em Bogotá. Rojas admitiu que o fato de ela e a Betancourt terem decidido parar de se falar durante o período em que foram reféns, devido a pequenas divergências cotidianas, gerou uma distância enorme entre elas. Ingrid Betancourt se encontra na França no momento e anunciou a publicação de um livro para o próximo ano. SEGREDO GUARDADO Rojas, que no livro não revelou quem é o pai de seu filho, apesar das especulações que ainda circulam a esse respeito, disse que está disposta a perdoar seus companheiros de cativeiro que não tiveram o melhor comportamento possível com ela e também as Farc, que a sequestraram. "Estou no caminho (do perdão). Acho que já dei vários passos nesse sentido e sinto que estou no caminho certo. É claro que sou sincera: a gente não esquece as coisas de um dia para outro", declarou a advogada. "É um processo que vamos desenvolvendo dia a dia, de ir decantando as coisas e as superando. Mas quero chegar a isso, quero deixar para trás essas cicatrizes de alma do passado e quero começar hoje uma vida nova. Em parte, este livro me permite isso: ir fechando o capítulo do sequestro e pensar em coisas novas." Ela garantiu que não haverá um segundo livro sobre seu sequestro para revelar detalhes íntimos, como a identidade do pai de seu filho, e disse que só contará a verdade a Emmanuel, quando chegar o momento certo. "Ele é a luz da minha vida. No momento certo ele me perguntará, e no momento certo Deus me dará luz para lhe dar a resposta", concluiu Rojas, que pediu às Farc que libertem os reféns que ainda mantém sequestrados. A advogada fez parte de um grupo de reféns políticos que a guerrilha procurou trocar com o governo por membros do grupo guerrilheiro que estavam presos. Hoje só restam em poder das Farc 22 membros do exército e da polícia colombianos, cuja libertação os rebeldes procuram negociar com o governo em troca da soltura de guerrilheiros presos.