sábado, 29 de janeiro de 2011

Bloodhound Gang lança "Show Us Your Hits" e prepara o CD "Getting Laid on a School Bus".

Bloodhound Gang e o seu "Show Us Your Hits"

Banda norte-americana revisita carreira em compilação "best of" com dois inéditos

Os norte-americanos do Bloodhound Gang lançam na segunda-feira o primeiro disco best of da carreira. "Show Us Your Hits" é o trocadilho no título da compilação que marca a volta da banda de Jimmy Pop.
Além de sucesos como "Fire Water Burn" ou "The Bad Touch', o Bloodhound Gang apresentam ainda duas canções  inéditas: "Disco Pogo" e o single "Altogether Ooky"
Este ano, a banda prepara também a edição do seu primeiro álbum de originais em seis anos, "Getting Laid on a School Bus".
Lembre aqui alguns dos maiores hits do Bloodhound Gang:




Bloodhound Gang - Um dos membros da banda no german TV Show - Ele mostra tudo.

sábado, 22 de janeiro de 2011

She & Him tem novo clipe do Volume Two

"Don't Look Back" é novo clipe do She & Him

A dupla She & Him divulgou um novo vídeo do seu mais recente álbum Volume Two, segundo o site Pitchfork na quarta, 19/01. "Don't Look Back" ganhou clipe em estilo retrô-futurista com direção de Jeremy Konner, com a partipação dos integrantes Zooey Deschanel e M. Ward. Assista:

She & Him - Don't Look Back from Merge Records on Vimeo.

Kanye West, Arcade Fire, Strokes e Kings of Leon são atrações do Coachella 2011

Divulgado line-up do Coachella 2011

Há nomes de peso da música eletrônica, incluindo Chemical Brothers, Bloody Beetroots, Fedde Le Grand e DJ Sasha. Entre outros artistas também confirmados estão Brandon Flowers e Crystal Castles.
A escalação também conta com várias bandas que se reuniram recentemente, incluindo o duo Death From Above 1979 e o Big Audio Dynamite, banda que tem como integrante Mick Jones, ex-guitarrista do Clash,
bandas como Kings of Leon, Arcade Fire, Kanye West e Strokes, - além de quatro atrações brasileiras figurando a lista já confirmada: Emicida, CSS, que tocou no Coachella em 2007, DJ Marky e The Twelves
Fotos:Divulgação

O site oficial do tradicional Coachella Festival divulgou o line-up para a edição de 2011. O evento acontece nos dias 15, 16 e 17 de abril, no Empire Polo Club, na cidade de Indio, no deserto californiano.
Nos headliners estão o Kings of Leon, Arcade Fire, Kanye West e Strokes. Tem a banda dos Followill, que se apresenta no dia 15, sexta, junto com atrações como Cee Lo Green, Lauryn Hill, Brandon Flowers, Chemical Brothers -
 e a presença do rapper brasileiro Emicida, considerado um dos melhores lançamentos de 2010.
No segundo dia, junto ao Arcade Fire, tocam Mumford & Sons, Broken Social Scene, Erykah Badu, Scissor Sisters, Two Door Cinema Club e muitos outros, entre eles mais dois brasileiros: o DJ Marky e a dupla The Twelves, também dedicada à música eletrônica.
Kanye West e Strokes irão dividir a data de encerramento do festival, 17 de abril, com Damian Marley, Jimmy Eat World o  internacional CSS, e diversos outros nomes.
Já na quarta-feira (19), a noite está voltada para nomes com sonoridades focadas em guitarras, como Duran Duran, PJ Harvey, Black Keys e Interpol.
Skovern, um fã do festival, escreveu em seu Twitter: "a escalação do Coachella está absolutamente incrível. Arcade Fire, Strokes, Kanye West e inúmeros outros".
Alguns fãs, porém, ficaram desapontados que os rumores de que o duo francês Daft Punk estaria na programação não se concretizaram.
A cantora Katy Perry escreveu no Twitter: "querido Coachella, o que aconteceu com o Daft Punk? Queria ouvir as músicas do Tron! Nem preciso dizer que estarei lá com meu bastão que brilha no escuro".

Os ingressos começam a ser vendidos na sexta, 21. Existem dois tipos de entradas: que custam US$ 269 (cerca de R$ 452), e um pacote que inclui, ainda, acesso às áreas Vip, que sai por US$ 699 (mais ou menos R$ 1173).
O line-up completo com mais de 170 atrações, no site oficial do Coachella.
Com informações do UOL Música

domingo, 16 de janeiro de 2011

Janelle Monae abre show para Amy Winehouse em SP

Amy faz show bipolar em SP e acaba ofuscada por Janelle Monae
Performance de 1h12 misturou momentos de apatia e ataques de euforia.
Cantora britânica encerrou turnê brasileira, que passou por SC, RJ e PE.
De um lado a festa e a vitalidade de dois artistas que não mediram esforços para conquistar o público: cantaram, dançaram, recordaram histórias engraçadas e até pintaram quadro no palco. De outro, uma cantora apática, cambaleante, esquecida de que era ela a grande estrela.
Foi o que aconteceu na noite de sábado (15), no Anhembi, em São Paulo, durante a última apresentação de Amy Winehouse no país depois de passar por Florianópolis, Rio de Janeiro e Recife. Com bons shows de abertura, Janelle Monae e Mayer Hawthorne, novos nomes do soul, desbancaram a cantora britânica, que um dia foi coroada diva do gênero.
Amy Winehouse durante show em São Paulo
Amy Winehouse durante show em São Paulo (Foto: Mateus Mondini/G1)
Pouco à vontade no palco, Amy se comportou de forma bipolar. Alternava momentos de puro desânimo, no qual não conseguia nem terminar os versos das canções, com rápidos ataques de euforia. Era quando arriscava uma dancinha, rodopiava de braços abertos ou corria ao encontro do backing vocal Zalon Thompson - ele que cantou duas músicas durante a apresentação. E sem esquecer a letra.
Se foi possível reconhecer e fazer coro para os hits do álbum “Back to black” (2006), os fãs devem agradecer à vigorosa banda que acompanhou a cantora. Os nove músicos no palco reproduziram com fidelidade os geniais arranjos de estúdio de “Just friends”, “Love is a losing game”, “Tears dry on their own” e “Me & Mr. Jones”.
A depender da voz de Amy, travada, irregular e por vezes tão baixinha que chegava a ser engolida pela dos cantores de apoio, até o “no, no, no”, de “Rehab” passaria sem chamar atenção.
Entre goles e gargarejos de um líquido em um copo colorido a que Amy recorria com insistência, ela até esboçava sinais de uma reação. Aconteceu, por exemplo, quando entoou “Boulevard of broken dreams”, cover de Tony Bennett. Ali se ouviu um pouco de seu grave poderoso à Etta James e um certo domínio de palco. Mas tudo muito fugaz, talvez por respeito à canção de um de seus ídolos.
Ao todo, foi 1h12 de apresentação. Tire aí uns 10 minutos em que que a cantora gasta apresentando sua banda, mais 10 para as duas faixas de Zalon, outros 5 em que ela simplesmente deixa o palco e vai para o bastidores sem explicação. Não, não, não: com os descontos, o show de Amy não teria nem uma hora - contando o bis.
Janelle Monae cantou, dançou e até pintou quadro no palco do Anhembi (Foto: Mateus Mondini/G1)
Mais é mais

Janelle Monae cantou, dançou e até pintou quadro no palcoFoi até covardia a entrada de Amy Winehouse após a empolgante apresentação de Janelle Monae. A cantora americana de 25 anos, que entrou para diversas listas dos melhores álbuns de 2010 com seu “The ArchAndroid (Suites II and III )”, tem domínio de palco absoluto. Com seu impecável conjuntinho black tie e sapatos bicolores, Janelle dança sem parar, interage com uma dupla de bailarinas que desfilam fantasiadas e até pinta um quadro enquanto canta “Mushrooms & roses”. A sequência incial com as ligeiras “Dance or die”, “Faster” e “Locked inside” foi arrebatadora.
Mayer Hawthorne, que esquentou o palco para Janelle e Amy
Mayer Hawthorne, que esquentou o palco para Janelle e Amy (Foto: Mateus Mondini/G1)
Livre dos elementos de mise en scène – que inclui trechos do clássico “Metropolis”, de Fritz Lang, passando em telões – Janelle segue brilhante quando é econômica. Caso de seu cover para “Smile” - a balada de Charlie Chaplin que era a favorita de Michael Jackson - acompanhada apenas por um guitarrista.
A homenagem ao rei do pop também aparece nos diversos “moonwalks” que a cantora desliza pelo palco e em sua entrada triunfal ao som de “I want you back”, dos Jackson 5. Para Janelle, nada de menos é mais. Mais é mais mesmo. Ao lado da cantora, o americano Mayer Hawthorne também foi atração de abertura para Amy Winehouse.
Apresentou baladinhas felizes como “Maybe so, maybe no” e “Your easy lovin' ain't pleasin' nothin'”, ambas de seu único álbum, “A strange arrangement”, e fez um cover para “Beautiful”, de Pharrel Williams.Com seu terninho azul-claro, gravatinha borboleta e óculos de aros grossos, ganhou o público na base da simpatia e com uma banda competente.
Destaque para o guitarrista ao lado, que chacoalhava a cabeleira sem parar. Um “Slash particular”para Hawthorne.O cantor arrancou risos dos fãs que estavam ali para ver Amy Winehouse ao contar que foi confundido no aeroporto de Florianópolis com o “Homem-Aranha” Tobey Maguire e que escreveu muitas músicas que falam de amor, mas algumas são safadinhas e falam apenas de sexo. No começo do show, também pediu que o público “celebrasse a vida”. Mais anti-Amy, impossível.
Do G1

Veja aqui as Fotos do show de Amy Winehouse em Sao Paulo do G1

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Amy Winehouse cai no show de Amy no Recife, o mais longo da turnê no País

Queda foi detalhe no show de Amy no Recife, o mais longo da turnê no País
Cantora fez tudo que era esperado: cambaleou, saiu do palco inesperadamente, esqueceu letras, bebericou e inverteu a ordem do set list
Divulgação
Ela caiu. Depois de uma desajeitada pirueta apoiada num pé só, a cena mais esperada pelos paparazzi brasileiros aconteceu no Recife. A diva Amy Winehouse levou um pequeno tombo, mas fazendo a linha "levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima", continuou o show como se nada tivesse acontecido. A quedinha foi mero detalhe da apresentação - mas já está no YouTube, claro. Na cidade que se autodenomina dona do maior Carnaval do mundo e que, de acordo com o Livro dos Recordes, tem o maior bloco do planeta, o Galo da Madrugada, a cantora inglesa fez uma das melhores e mais empolgantes apresentações da turnê brasileira e também a mais longa, com exatos 1h20 de duração.
Com um microvestido justíssimo amarelo, num estilo tropical de ser, a cantora fez tudo que era esperado: cambaleou, saiu do palco inesperadamente, esqueceu letras, bebericou (dizem que era chá) diversas vezes numa canequinha e inverteu a ordem do set list. E foi com "Just Friends" que ela abriu a noite, acompanhada por uma platéia de 12 mil pessoas que lotou o pavilhão do Centro de Convenções de Pernambuco. E seguiu com "Back to Black" e "Tears Dry on Their Own", um dos hits mais esperados da noite.
Na quarta música, o cover de "Boulevard of broken dreams", gravada originalmente por Tony Benett, veio o primeiro esquecimento da noite. A cantora saiu do palco, os backings vocals assumiram e, na plateia, começou o burburinho do "será que ela volta?" E ela voltou cantando "Rehab" (originalmente no final do show), que fez a festa de fãs como o estudante Vitor Lins, de Maceió (AL), que viajou numa excursão de 45 pessoas e enfrentou quatro horas de estrada para ver a diva. "Se o show for curto, não tem problema. É um festival e nós estamos realizando um sonho", afirma.
Visivelmente alegre, a cantora desfilou hits mais do que esperados pela plateia. No repertório, sucessos como "Me and Mrs Jones", "Wake up alone", "You know I'm no Good" e "Valerie", e voltou para o bis com duas músicas, depois de uma longa apresentação da banda.
Janelle Monáe abre para AMY
Reprodução / TV GloboCoube ao norte americano Mayer Hawthorne (foto) a responsabilidade de abrir, com meia hora de atraso, o Recife Summer Soul. Simpático, carismático, mandou ver um som leve, uma mistura de soul com eletrônico, acompanhado por uma banda enxuta (apenas quatro músicos), mas muito funcional, a The Country. Dominou a platéia e arriscou-se até num português. "Não conhecia o trabalho do Mayer, mas para mim está sendo uma grande surpresa. É muito massa para o Recife receber um festival com atrações desse porte", disse o vocalista da Mundo Livre S/A, Fred 04, que acompanhava o show na plateia.
A opinião foi compartilhada também pelo cantor Ortinho "Recife tá mais do que na hora de ser uma referência no calendário musical de shows internacionais. Pernambuco já é um exportador natural de bandas para todo o País. Agora é hora de receber também bandas de nível internacional", pontuou.
Reprodução / TV Globo
Como um misto de Grace Jones com Michael Jackson, a texana Janelle Monáe (foto) foi a segunda atração da noite e fez um show empolgante, alto astral. Mas exagerado na performance, recorrendo a interpretações teatrais e recursos cênicos que mais lembravam um show da banda Calypso. Foi uma noite de quinta-feira, que mais parecia um sábado.
Fotos TV Globo
Veja o tombo de Amy:

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

"Amy Winehouse faz show em Florianópolis"


Amy Winehouse faz show em Florianópolis


Cantora também se apresentará no Rio, Recife e São Paulo
Estadão.com.br / Fotos: Nabor Goulart/AP
SÃO PAULO - A cantora inglesa Amy Winehouse deixou ontem, sábado, o hotel de luxo em Santa Teresa, na região central do Rio, pouco antes das 21h para embarcar em direção a Florianópolis, onde fez sua primeira apresentação da turnê no Brasil.
Amy Winehouse canta em Florianópolis
>>>>>>>>>>>>>>>>Confira 
o set list do show em Florianópolis:
Just Friends
Back to Black
Tears Dry on their Own
Boulevard of Broken Dreams
Outside Looking In
Lovers Never Say Goodbye
Love is Blind
Love is a Loosing Game
Some Unholy War
Everybody Here Wants You (cantado pelo backing vocal Zalon)
What a Man Going to Do (cantado pelo backing vocal Zalon)
Rehab
Band Intro
I'm no GoodMe and Mr Jones
BisYou're Wondering Now
Valerie
A volta de Amy ao Rio estava prevista para a madrugada. O hotel em Santa Teresa serve de base para a cantora, que também se apresentará no Rio, São Paulo e Recife.

Veja fotos do show de Amy Winehouse no Brasil.