quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Bruce Springsteen lança novo álbum em março

Bruce Springsteen lança novo álbum em março
DA EFE
O novo álbum de Bruce Springsteen, "Wrecking Ball", será lançado em 5 de março e seu primeiro single, "We Take Care of Our Own", já está à venda na loja virtual da Apple, a iTunes.

"Wrecking Ball" conta com 11 músicas. A faixa que dá título ao álbum foi apresentada em um show em outubro no estádio dos Giants de Nova Jersey, nos Estados Unidos, a cidade natal de Springsteen.

O disco foi produzido por Ron Aniello, que trabalhou no último disco da mulher de Springsteen e integrante da E Street Band, Patti Scialfa, além de contar com a colaboração do guitarrista Tom Morello e do ex-baterista do Pearl Jam, Matt Chamberlain.
Brian Snyder -1º.fev.09/Reuters
Bruce Springsteen durante show no Super Bowl, nos Estados Unidos, em fevereiro de 2009
Bruce Springsteen durante show no Super Bowl, nos Estados Unidos, em fevereiro de 2009
"Wrecking Ball" é o primeiro disco de Springsteen após a morte em junho de Clarence Clemons, o saxofonista de seu grupo, o E Street, cujos membros participaram do álbum.
Segundo as informações publicadas pela imprensa especializada internacional, Springsteen aborda nas letras de suas novas músicas as desigualdades provocadas pela atual crise econômica e os movimentos de protesto social.
O "boss" (chefe), como é conhecido o cantor norte-americano, fez com Ron Aniello um novo tipo de som neste álbum, que mistura os ritmos clássicos do rock com os do hip-hop e do folk irlandês.

The Boss nunca esteve para brincadeira. Esse é o apelido nos Estados Unidos para Bruce Springsteen, o homem do rock de honra que agora mostra as origens da sua carreira e luta em um documentário lançado em setembro.
Não tão conhecido quanto deveria no Brasil, Springsteen é dono de uma discografia verdadeira e de um dos shows mais enérgicos do planeta (haja visto a brilhante apresentação no SuperBowl do ano passado). Seu rock cru, viril e sensível hoje é referência para um sem número de artistas como Arcade Fire, The Killers, McFly, entre outros. Tem como companhia inseparável a E Street Band, com quem toca desde 1972, com breves separações.
O documentário em questão trata da produção de Darkness on the Edge of Town, disco de 1978 que sucedeu o megasucesso Born to Run com vendagens tímidas e um cobertor de elogios da crítica. Dirigido por Thom Zimny, “The Promise: The Making of Darkness on the Edge of Town” promete trazer bastidores do álbum gravado ao vivo em estúdio (com todos os integrantes ao mesmo tempo) e focará no processo de composição com as letras e melodias marcantes de Springsteen.

A estréia será no Festival de Cinema de Toronto no dia 14 de setembro, e torceremos para que venha ao Brasil (embora as chances sejam poucas). Enquanto isso, você pode conferir a música título do disco, com a participação de Eddie Vedder, do Pearl Jam. Puro Rock’n Roll!!
Fonte: Colherada Cultural e 
bruce-springsteen-lanca-novo-album

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Nina Simone e um dos seus melhores discos

O dia começa com a música do cd
"The Essential Nina Simone"
Nina Simone

Nina Simone - The Essential Nina Simone (1993)
Ain't Got No/i Got Life
Do What You Gotta Do
I Can't See Nobody
I Shall Be Released
I Think It's Going To Rain Today
I Want a Little Sugar In My Bowl
In The Dark
Isn't It a Pity
Just Like Tom Thumb's Blues
Mr. Bojangles
Seems I'm Never Tired Lovin' You
Since I Fell For You
Sunday In Savannah, entre outros...

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Ouça músicas do Telegramadoistresmeia

Telegrama 236 
Uma novidade pop paraibana. Os editores do Jornal Microfonia, Olga e Adriano, fizeram uma entrevista com integrantes do grupo.
Conteúdo...
06/01/2012
Telegramadoistresmeia


Telegrama 236 é uma novidade pop paraibana. Os editores do Jornal Microfonia, Olga e Adriano, fizeram uma entrevista com Fábbio Q e Harrison, a qual reproduzimos aqui na íntegra.

Flávio C... Anos 90... Teve um hiato. Teve projetos, como: Retrovisor, Les Estudiantes, Novos & Usados... E aí chegou o Telegramadoistresmeia. O que te levou desde os anos 80 até chegar ao Telegrama hoje?

Fábbio - Nos anos 1980, eu era um adolescente em busca de afirmação cultural e de um lugar no mundo, e naquela época, como hoje, montar uma banda era para muitos jovens uma das formas de sentir-se vivo neste mundo tedioso. E na tentativa de encontrar esse lugar no mundo, a música foi o meu principal combustível para atravessar todos esses anos. As bandas e os projetos terminam, mas o vírus fica incubado e o Telegrama236 é a mais nova forma de manifestação desse vírus.

E mesmo antes do Flávio C, teve a Banda Egypto, o Meninos de Engenho, os Filhos de Maria... Tudo somando ou subtraindo vai dar no Telegrama...


Fábbio - Exato, se hoje eu escrevo e componho melhor é porque eu comecei em algum momento lá atrás a exercitar esta verve criativa. Então, o Telegrama236 tem um pouco de todas as coisas que eu já tentei fazer com música, evidentemente mais maduro e mais experimentado, e claro, com as referências do mundo e da vida de agora.

Como você chegou ao Telegrama, como você chegou aos caras que hoje tocam contigo?


Fábbio - Na verdade, é como nós chegamos ao Telegrama236. Eu e Harrison nos conhecemos em 2005 na loja de discos Dimensão Sensorial em João Pessoa. No final de 2010 nós começamos a escrever umas canções juntos, e em um mês nós tínhamos 20 músicas prontas. Gravei essas músicas em casa, num esquema low-fi, e fomos mostrando aqui e ali para algumas pessoas, até que decidimos transformar esse material num disco e dar um nome para o projeto. Como a nossa principal escola foi o rock, sentíamos falta da presença de uma guitarra no som. Ficamos alguns meses a procura desta pessoa que pudesse assumir esse papel no projeto, daí encontramos o guitarrista Esaú Almeida, que encaixou-se no projeto como uma luva.

O que lhe chamou atenção na história musical de Fábbio?

Harrison
 – A gente começou uma amizade a partir da loja porque gostávamos das mesmas bandas. Eu conhecia o Flávio C., mas nunca cheguei a ir a um show deles, fui conhecer a banda depois que acabou. O tempo foi passando e resolvemos fazer algo de uma forma bem descompromissada, daí surgiu “Noites Brancas”...

Você escreve também... Mas inicialmente não era para ser musicado, como “Pássaros”, por exemplo...


Harrison – Não, eu pensei em algo musicado, mas quando Fábbio viu, ele pensou em desenvolver mais.

Fábbio Q. – Eu conheci o poema antes de pensarmos em fazer o disco, mas a música já estava lá, foi só uma questão de encontrar a melodia certa para aquelas palavras tão sublimes.

Letras como a de “Capitalismo” e “Fora do Ar” são temas muito do punk/hardcore, faria inveja a Jello Biafra! A letra é caustica...

Fábbio  - Nós gostamos muito de sentar na frente da TV para nos divertir com o absurdo que tornou-se a vida dentro e fora da televisão, por que a televisão tornou-se um guia para a vidas pessoas, eu não consigo imaginar as pessoas sem a televisão, mas elas passam a maior parte do seu tempo diante de uma tela sendo bombardeadas pela lógica do sistema capitalista. Parece clichê, mas não é, é um fato triste, mas é verdade.

Essa é para alguém que está lendo o jornal e se pergunta: qual o som que essa banda faz?


Fábbio - A nossa principal escola foi o rock, o pós-punk talvez seja a maior de todas as influências no nosso de modo de compor e tocar. Quando estamos fazendo um reggae, como Fora do Ar, não é o gênero puro que nos interessa, mas como podemos hibridizar aquilo com as outras informações que temos. O fato de Noites Brancas ter sido composto e gravado a partir dos recursos de um sintetizador vintage, o que faz o disco soar um pouco eletro, não deixa de ser um disco de rock. Não existem mais gêneros musicais puros, por que não existe mais nada puro neste mundo; estamos vivendo a era da proliferação dos híbridos. Então, o nosso som é o resultado dessa hibridização, dessa contaminação que transformou o mundo.

Estava escutando o “Noites Brancas” e percebi que vocês economizaram em som, é algo minimalista... Opção?


Fábbio - Foi uma opção sim, a economia é uma das características mais marcantes do rock. Tentei simular uma banda de rock no sintetizador e acho que consegui. A guitarra que entrou depois das bases prontas foi a cereja do bolo. Acho, aliás, as letras muito mais minimalistas do que o som, cada palavra no disco está repleta de sentidos e significados.

O que você colocaria mais no som se tivesse condições?


Fábbio - De fato, este disco que nós estamos divulgando é uma versão beta do Noites Brancas. É um projeto para a versão definitiva, que estamos planejando a gravação para janeiro. O disco está pronto, no estúdio vamos apenas lapidar algumas ideias e dar um acabamento na qualidade técnica do som. Manteremos os timbres, os arranjos, e a mesma estrutura das músicas da versão beta.

É a segunda vez que você fala em Sacal... Qual o papel dele nessa história?


Fábbio - Sacal foi um cara que, por incrível que pareça, o trabalho dele nos estimulou muito. Quando escutamos “Bagaceira”, pensei: quero conhecer esse cara. Me identifiquei com a música e a atitude dele e mais ainda quando soube que ele mesmo tinha sido o produtor daquela gravação. Um amigo em comum nos colocou em contato e mesmo sem ter escutado o disco ele topou gravar as guitarras e os vocais.  E foi a partir dessas gravações que começamos a divulgar a versão beta do Noites Brancas.

A música ”Mamãe, você não iria entender” é uma justificativa para a sociedade, no local de trabalho, para o sistema...


Fábbio  – Todo mundo pensa ou faz coisas que fariam qualquer um corar, mas nós vivemos numa sociedade delatora, então as pessoas procuram disfarçar suas fraquezas, cometendo seus pequenos crimes as escondidas. Isso é uma esquizofrenia aceita pelos padrões morais vigentes. Quando se é jovem, coisas como sexo, drogas e rock, são muito mais naturais e espontâneas do que no mundo dos adultos. As pessoas trabalham tanto que não tem tempo para amar, falo do amor em todas as suas dimensões, inclusive a carnal. Eu já tinha essa música pronta mas não conseguia terminá-la. A letra que Harrison escreveu encaixou como uma luva.

E a alienação reina...


Harrison - Todos os pais sonham uma vida para os filhos. Uma trajetória, uma linha de tempo, mas isso nem sempre acontece e aí você faz coisas que você não pode contar. Nem deve... É até melhor que não! Tem uma citação do Machado de Assis que eu adoro, “O maior pecado depois do pecado, é a publicação do pecado.”

Quando ouvi a música “Ligue e peça o seu” imaginei que seria um deliverer...


Fábbio  - Sim, de fato, a letra é sobre esse personagem que povoa o imaginário das cidades satisfazendo toda sorte de desejos que o dinheiro possa pagar. Esse personagem traduz muito bem a dinâmica da sociedade capitalista industrial, onde nós somos apenas um meio para satisfazer as demandas do sistema. Não existe um desejo que não possa ser realizado no sistema capitalista, “...é só pagar que ele tem...”, como está na letra da música. Você pode comprar sexo, drogas, comida, remédio, etc., sem sair de casa. Se isso é bom ou ruim eu não sei dizer. Se estamos indo na direção certa ou errada também não sei. Agora nos dêem licença que vamos atender a campainha, nosso deliverer chegou...

Direto do Blog de Jesuíno André no link abaixo:
telegrama236
 noites brancas by telegrama236   mamãe você não iria entender by telegrama236 

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

The Zombies e sua discografia:


The Zombies touring band: L to R: Keith Airey, Colin Blunstone, Rod Argent, Jim Rodford, Steve Rodford
Discografia:
Begin Here (1965)
Bunny Lake Is Missing - An Original Soundtrack Recording (1965) (contribuiu com algumas faixas)
Odessey and Oracle (1968)
New World (1991) (apresentando Blunstone, White, Grundy e Sebastian Santa-Maria. Rod Argent participa da regravação de “Time of the Season”.)
As Far as I Can See… (2004)
Obtido na wikipedia

Musa do She & Him expõe fotos íntimas em New York City


"Estou tendo o melhor no tempo que passo em NYC!" (à espera do metrô), disse Zooey Deschanel da dupla She & Him ao postar fotos como essa acima no Facebook.

Mais fotos aqui:





Zooey Deschanel com
My girls! HelloGiggles.com

De volta aos anos 60 e 70 com The Zombies

The Zombies - The Zombies 
The Zombies formado em 1961 em St Albans, Inglaterra - foi uma banda britânica de música pop.

Um leve e impactante som passa pelo piano rápido de Rod Argent e a melódica voz de Colin Blunstone, da banda que emplacou alguns sucessos no final dos anos 60. São grandes hits como "She's Not There", "Tell Her No" e "Time Of The Season". Embora nunca tenham alcançado o destaque de outros grupos da Invasão Britânica, o Zombies eram os favoritos de críticos musicais por seus complexos arranjos e harmonias vocais. Seu álbum Odessey and Oracle, de 1968, é considerado hoje em dia um dos melhores de sua época. O grupo tem na formação Rod Argent (teclado), Paul Atkinson (guitarra), Colin Blunstone (vocal), Hugh Grundy (bateria) e Chris White (baixo).
Discografia
Begin Here (1965)
Bunny Lake Is Missing - An Original Soundtrack Recording (1965) (contribuiu com algumas faixas)
Odessey and Oracle (1968).
Odessey and Oracle é um álbum da banda britânica The Zombies, lançado em 19 de abril de 1968 no Reino Unido e em junho de 1968 nos EUA. Mesmo com o sucesso da canção "Time of the Season", a banda se desfez logo após o lançamento do álbum.
  • Faixas:
    "Care of Cell 44" (3:53)
    "A Rose for Emily" (2:17)
    "Maybe After He's Gone" (2:31)
    "Beechwood Park" (2:41)
    "Brief Candles" (3:38)
    "Hung Up on a Dream" (2:58)
    "Changes" (3:16)
    "I Want Her, She Wants Me" (2:50)
    "This Will be Our Year" (2:07)
    "Butcher's Tale (Western Front 1914)" (2:45)
    "Friends of Mine" (2:15)
    "Time of the Season" (3:31)
    New World (1991) (apresentando Blunstone, White, Grundy e Sebastian Santa-Maria. Rod Argent participa da regravação de "Time of the Season".)
  • As Far as I Can See..... (2004)
  •  

  • Segundo a Wikipédia a banda tem origem em St Albans, Hertfordshire, na terra da Rainha da Inglaterra. O Reino Unido sempre juntou musicais como o Rock, rock and roll, Pop barroco, Pop psicodélico, beat, umas das marcas da banda.
    Estiveram em atividade nos anos de 1961 e 1967, apareceu um pouco no de 1991 e atualmente seus discos saem pela gravadoras Decca e CBS, a afiliadas a banda Argent.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Móveis Coloniais de Acaju abre Festival Mundo 2011 PB

Banda brasiliense abriu programação em grande estilo na noite de sexta (2).

Festival segue até o dia 15 de dezembro em João Pessoa.

Móveis abre Festival Mundo (Foto: Rafael Passos/Divulgação)Durante todo o show a banda brasiliense interagiu com o público do Festival Mundo 
(Foto: Rafael Passos/Divulgação)
Com uma apresentação com muita interatividade, cores e sucessos, a banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju abriu com grande estilo o Festival Mundo 2011, em João Pessoa. A festa aconteceu na noite desta sexta-feira (2) no Teatro de Arena do Espaço Cultural, que ficou lotado pelo público.
Como é costume da banda, além da proximidade que o local proporciona, eles ainda fizeram questão de ficar ainda mais perto dos fãs. O saxofonista Paulo Rogério, por exemplo, resolveu, com sua camisa da Paraíba e seu saxofone, ir tocar no meio da galera, entre uma fileira de cadeiras e outra do Teatro de Arena. O vocalista André Gonzáles também não ficou para trás e desceu do palco para sentir o calor do público. Sempre muito simpáticos com os fãs, os integrantes da banda nem sequer se preocupavam se alguém subisse no palco para tirar uma foto durante uma música.
A apresentação foi curta devido à exigência de limite de horário do Espaço Cultural, mas foi recheada de sucessos como “O Tempo”, “Cão-Guia”, “Lista de Casamento” e “Indiferença”. O público se contagiou com a alegria dos integrantes da banda e não conseguir ficar parado, cantando todas as músicas como um coral.
Além da abertura do Festival Mundo, a banda veio à Paraíba pelo “Rotas Musicais”, projeto selecionado pelo Programa Petrobras Cultural que está visitando 12 capitais brasileiras, fazendo shows e discutindo o mercado musical com debates por cada lugar que passa.
A primeira banda a subir ao placo na noite foi a paraibana “Os Reis da Cocada Preta”, já conhecida pelo público pessoense. O grupo tocou seus principais sucessos como “Sr. Wheeler”, “Esse é o Meu País”, “Quebra-Cabeça” e “Monólogo Sobre a Mudança”.
Logo depois, a potiguar Camarones Orquestra Guitarrística animou o público com sua divertida composição de guitarras, bateria, baixo e teclado. A banda apresentou tanto as músicas novas, como “Altas Aventuras” e “Choque Térmico”, como novas versões de “Sweet Funny Adams” e “Cabron”.

Ainda nesta sexta foi feita a vernissage da Exposição de Artes Visuais do festival, com o tema “Psicodelia”. A exposição fica aberta a visitação na Galeria Pandora, também no Espaço Cultural, até o dia 15 de dezembro, sempre das 8h às 18h.
O festival ainda segue até o dia 15 de dezembro, com shows, mostra audiovisual, exposição de artes visuais, artes cênicas, debates, mesas redondas e oficinas, ocupação digital (com uma Ilha hacker), feira cultural e área para esportes radicais.
Nos dias 10 e 11, ainda se apresentam no Espaço Cultural bandas como Autoramas (RJ), MC Kamau (SP) e Macaco Bong (MT). Toda a programação do Festival Mundo está disponível no site oficial, com informações sobre todas as bandas, artistas, palestrantes, filmes, e detalhes e todas as atividades do festival.
do G1 PB