quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Arctic Monkeys e Babyshambles formam Supergrupo

Supergrupo com membros de Arctic Monkeys e Babyshambles edita álbum
O álbum favorece projetos do Brasil e África


Arctic Monkeys
Membros do Libertines e Arctic Monkeys vão formar um supergrupo e editar um álbum intitulado "Dream Service".
Segundo a 'NME", Carl Barat, Matt Helders do Arctic Monkeys, Drew McConnel do Babyshambles e Gruff Rhys dos Super Furry Animals vão fazer o álbum com fins solidários sob o nome The Bottletop Band.
Outros músicos também estão envolvidos. VV Brown, Sam Sparro, Fink, Reverend and the Makers, Eliza Doolittle e Tim Burgess são alguns deles. 
Eliza Doolittle
O single, "Fall Of Rome", vai estar disponível no dia 10 de Dezembro, via download no site oficial do grupo.
Já o álbum, só chegará às lojas no dia 11 de Abril do próximo ano.
Todos os lucros reverterão para projetos de educação e emprego no Brasil, África e Reino Unido.
site oficial do grupo. 
 Ouça e veja a canção do The Bottletop Band

Alex Turner do Arctic Monkeys vai criar uma trilha sonora para o filme britânico "Submarine" de Richard Ayoade. Segundo a "Uncut" o músico criou uma série de canções para para a gravação, que será mixado por James Ford do grupo Simian Mobile Disco.
O diretor Richard Ayoade, conhecido pelos seus papeis em programa de televisão, já trabalhou com o Artic Monkeys em 2008 no DVD "At The Apollo" foi o responsável pelos vídeos "Flurescent Adolescent", 'Crying Lightning" e "Cornerstone".

Pete Doherty é um dos bad boys do rock. Protagonista de escândalos quase sempre relacionados com abusos de álcool e de drogas, o músico já foi preso várias vezes por envolvimento em cenas de pancadaria ou por posse e tráfico de estupefacientes. Apesar do caos na vida pessoal, Doherty é respeitado pelos críticos de música graças ao trabalho que desenvolveu tanto na banda "The Libertines" , ou como no grupo "Babyshambles".

lady gaga
Mudando de assunto. A cantora Lady Gaga vai integrar uma canção em português no seu próximo álbum intitulado "Born This Way". 
Segundo o "All Voices', a artista incluí também canções em espanhol, mandarim, hindu e provavelmente em russo.
Está previsto que o disco saia em Maio do próximo ano, embora algumas músicas sejam reveladas antes, em Fevereiro.
A cantora apresenta-se atualmente na europa com a turnê de "Fame Monster".
 Lady Gaga – Bad Romance.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Celebração da morte de John Lennon há 30 anos

Três décadas após o assassinato do músico e ativista político, a vida e obra do ex-Beatle continuam a ser celebradas
Há exatamente trinta anos da morte de John Lennon. Assassinado à porta de casa, em Nova Iorque, com quatro tiros disparados por um fã obcecado, o ex-Beatle e eterno ativista tornou-se num dos maiores ícones da música e da paz.

Nascido e criado em Liverpool, Lennon esteve na origem da formação dos Beatles em 1960. Nos dez anos de existência, a banda tornou-se num verdadeiro sucesso comercial e foi aclamada pela crítica muito por culpa da dupla de compositores formada por Paul McCartney e John Lennon.
Após a separação dos "Fab Four", Lennon prosseguiu a sua carreira musical a solo e colaborou com a sua mulher, Yoko Ono, ao mesmo tempo que mostrava cada vez mais a sua faceta de activista político, insurgindo-se publicamente contra a guerra no Vietname.
"Imagine", "Jealous Guy", "Instant Karma!" e "Give Peace A Chance' são alguns dos maiores sucessos de John Lennon no período pós-Beatles.
No dia 8 de Dezembro de 1980, Lennon foi brutalmente assassinado por Mark David Chapman à entrada do edifício Dakota, onde vivia, em Nova Iorque. Chapman foi condenado a uma pena mínima de 20 anos de prisão e o seu sexto pedido de liberdade condicional, feito em Setembro passado, foi recusado.
Dos vários memoriais e monumentos construídos em tributo de Lennon, o Strawberry Fields Memorial, no Central Park de Nova Iorque, é um dos mais famosos e visitados. De resto, a vida e obra do músico falecido aos 40 anos de idade continuam a ser relembradas um pouco por todo o mundo, desde estátuas em Cuba até torres de luz na Islândia.
Aqui alguns dos maiores sucessos de John Lennon:
Veja aqui o top das 10 melhores canções de John Lennon.

As Melhores Músicas de John Lennon
Na semana em que John Lennon faria 70 anos, relembramos os clássicos da discografia do ex-Beatle. Caracterizados pela sua tolerância e pelo seu tom político, os sucessos de Lennon marcaram várias gerações e deixaram uma eterna marca na história da música pop. "Woman', "Stand by Me' ou o incontornável 'Imagine' são algumas das canções que fazem parte do top.

Produtora confirma show extra de U2 em São Paulo

Divulgação
U2 se apresenta em SP no dia 10 de abril de 2011
U2 se apresenta em SP no dia 10 de abril de 2011
Do G1
A produtora Time for Fun confirnou nesta terça-feira (7) que o U2 irá realizar um show extra em São Paulo, no dia 10 de abril. As vendas dos ingressos para o público geral estarão à venda a partir de 15 de dezembro, sendo que o sistema de pré-venda acontecerá entre os 13 e 14 de dezembro apenas para clientes do banco Citibank e membros do site oficial do U2 (apenas pela internet, nesse caso).
As entradas poderão ser adquiridas pelo telefone 4003-0806 (válido para todo o país) e pelo site www.ticketsforfun.com.br. A bilheteria oficial será no estacionamento do Credicard Hall, em São Paulo, e em pontos de venda espalhados pela capital paulista e Campinas.
Assim como a apresentação do dia 9, a abertura será realizada pelos ingleses do Muse. Os valores dos ingressos também foi mantido: de R$ 70 a R$ 1 mil.
Nesta terça-feira (7) as entradas para o show de 9 de abril esgotaram após poucas horas. Segundo a assessoria da T4F, os últimos ingressos foram vendidos às 11h20 desta terça (7). As vendas começaram à meia-noite pela internet e às 10h nos demais pontos de venda.
U2 em São Paulo
Quando: 10 de abril, às 20h (show de abertura da banda Muse)
Onde: Estádio do Morumbi - Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1
Ingressos: R$ 70 (cadeira superior amarela); R$180 (pista); R$ 220 (arquibancada amarela); R$ 240 (arquibancadas azul, vermelha, vermelha especial e laranja); R$ 340 (cadeira inferior A e B); R$ 380 (cadeira superior azul 1, cadeira superior azul premium, cadeira superior vermelha e cadeira superior laranja).
Mais informações no site da banda: www.u2.com.

A cota de ingressos disponível na internet para assistir ao show do U2 em São Paulo está esgotada. As vendas começaram à meia-noite desta terça-feira (7). Desde a abertura, o site da Tickets for Fun apresentou congestionamento.
O U2 tocará em São Paulo no dia 9 de abril de 2011, no Estádio do Morumbi. Os ingressos custam entre R$ 70 e R$ 1 mil.
Por volta das 9h40, o site da Tickets for Fun já exibia a seguinte mensagem: "Obrigado por utilizar nossos serviços! Os ingressos do U2 360º não estão mais disponíveis pela Internet. Não será liberada nova carga de ingressos para este evento pelo site."
Às 10h desta terça começaram as vendas pela bilheteria oficial (estacionamento anexo ao Credicard Hall, Av. das Nações Unidas, 17.981, Santo Amaro), nos pontos de venda e pelo telefone (4003-0806).

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Areia comemora festa da padroeira

A cidade de Areia
A mais antiga Paróquia ligada a Diocese de Guarabira Areia é Patrimônio Histórico e Cultural do Brasil, e fica no brejo paraibano.
Areia-PB
RMN
do site da PMA

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Paul McCartney muda repertório e brinca com tombo ao se despedir do Brasil


No mês passado, Paul McCartney mudou repertório e brincou com tombo ao se despedir do Brasil
SÃO PAULO - Foi com bom humor que Paul McCartney despediu-se do Brasil na noite de segunda-feira no estádio do Morumbi em São Paulo. Em seu segundo show na capital paulista, com público estimado de 64 mil pessoas (mesmo número da noite de domingo), o ex-Beatle fingiu escorregar no palco, lembrando o tombo da véspera. Paul também mudou um pouco o repertório, com quatro músicas diferentes das tocadas em Porto Alegre e no primeiro show de São Paulo.

Para abrir a apresentação às 21h42min, em vez do mix de "Venus and Mars" e "Rockshow" surpreendeu o público com "Magical mistery tour". Também trocou "Drive my car" por "Go to get you into my life". "I'm looking through you" substituiu "I've just seen a face". "Bluebird" foi uma espécie de faixa bônus, aumentando de 35 para 36 a set list do show de quase três horas de duração.
A chuva e o trânsito caótico não afugentaram o público que acompanhou com entusiasmo a apresentação até às 0h42m, quando Paul deixou o palco carregando um cachorrinho de pelúcia, presente de fãs, e autografando um disco. Antes falou sobre os cartazes que pediam autógrafos nos braços para virarem tatuagens e desculpou-se:
- É impossível autografar todos.
Mas levou ao palco quatro fãs ao palco e atendeu seus pedidos de autógrafos na pele. Lamentou não conseguir contar ao público em português que a guitarra usada no show para tocar "Paperback writer" é a mesma que tocou na gravação original. Mas em português, perguntou:
- Tudo bem na chuva? Chove chuva.
A chuva limitou-se ao início do show. Paul, que apelidou o Brasil de "terra da música linda", brincou com a rima: "tudo bem in the rain". Antes de partir, agradeceu às plateias brasileiras e prometeu:
Confira o set list da segunda apresentação de Paul McCartney em SP
"Magical mistery tour"
"Jet"
"All my loving"
"Letting go"
"Go to get you into my life"
"Highway"
"Let me roll it"
"Long and winding road"
"1985"
"Let me in"
"My love"
"I'm looking through you"*
"Two of us"*
"Blackbird"
"Here today"
"Bluebird"
"Dance tonight"
"Mrs Vanderblit"
"Eleanor Rigby"
"Something"
"Sing the chances"
"Band on the run"
"Obla di obla da"
"Back in the USSR"
"I gotta feeling"
"Paperback writer"
"A day in the life"
"Let it be"
"Live and let die"
"Hey Jude"
BIS 1
"Day tripper"
"Lady Madonna"
"Get back"
BIS 2
"Yesterday"
"Helter skelter"
"Sgt. Pepper"

Smashing Pumpkins e Pavement trazem os anos 90 de volta a São Paulo no Planeta Terra
SÃO PAULO - Como diz o ditado, antiguidade é posto. Ao menos na escalação da quarta edição do Planeta Terra, que levou rock'n'roll e música eletrônica ao parque de diversões Playcenter, em São Paulo, neste sábado, em um festival de civilidade e organização - apesar de ter preenchido sua lotação máxima de 20 mil pessoas. Foram bandas como os franceses do Phoenix e os ingleses do Hot Chip atraíram uma multidão de curiosos para seus shows, e o centro das atenções recaiu mesmo sobre o Pavement e os Smashing Pumpkins. Os dois pilares do rock dos anos 90.  Stephen Malkmus com a formação original de seu aclamado grupo indie, Billy Corgan sem Jimmy Chamberlin, James Iha, D'arcy ou Melissa Auf der Maur -, O Smashing Pumpkins é ele.
O Pavement entrou no palco pontualmente (como a maioria dos shows, vale ressaltar) às 23h30m, enquanto as vinhetas do festival ainda ressoavam nos telões. Simpático,  Malkmus e seus colegas iniciam o show com "Gold soundz", do álbum "Crooked rain", com os hits  "Stereo", "Shady Lane" e "Cut your hair".
Os músicos da banda californiana de Billy Corgan e Malkmus e um setlist que mesclou clássicos góticos como "Today" e "Ava Adore".A banda de Corgan já veio ao Brasil em 1996 e 1998.
Abrindo a sequência de shows internacionais, o palco principal recebeu o Of Montreal - que é dos Estados Unidos, fez um show performático. São oito membros oficiais dividiram o palco com uma horda dançarinos, todos devidamente travestidos, em uma espécie de carnaval do rock. Máscaras, fantasias e até crossdressing (que estava mais para um bloco das piranhas gringo) deram a tônica a músicas como "Coquet coquette" e "Suffer for fashion" - com direito a citações a "Summertime" e "Power to the people", fazendo do estacionamento do Playcenter, onde foi montado o palco principal do evento, uma mega pista de dança.
O libanês naturalizado inglês Mika aproveitou o clima e encantou a galera com um show impecável e divertidíssimo, com performances teatrais dignas de um musical da Broadway. Com sua poderosa voz, Mika colocou o Playcenter para cantar em falsete músicas como "Grace Kelly" e "Love today". "Estou há cinco anos esperando para vir ao Brasil", disse o cantor, simpaticíssimo, anunciando o fim da bem sucedida turnê do álbum "We are golden". A festinha terminou em grande estilo ao som de "Lollipop", que teve o palco invadido por dançarinos vestidos de bonecos e caveirinhas fofas, enquanto o fã-clube do cantor agitava corações com a bandeira do Brasil estampada.
Logo depois  o Phoenix subiu ao palco ao som de "Lizstomania", o maior hit dos 11 anos de carreira do grupo de Thomas Mars, o Sr. Sofia Coppola. Apesar de ter lotado o Main Stage, o grupo francês não soube manter o clima dos shows anteriores e fez uma apresentação morna, devagar, quase parando. O boato de que o duo conterrâneo Daft Punk daria pinta durante a apresentação da banda não passou de um... boato e o show terminou com um longo crowdsurfing de Thomas, que saiu carregado pelos poucos da multidão que se empolgaram.

Indie Stage

Se no palco principal a noite se alternou entre novatos perfomáticos e medalhões em retorno, no palco indie Chris Keating, do Yeasayer, pagou o clássico mico de confundir uma grande capital brasileira com a capital Argentina - "boa noite, Buenos Aires", disse, para se corrigir logo depois" -, em um show confuso, com teclados e falsetes desencontrados - sim, eles de novo, desta vez usados para o mal -, que não empolgou, assim como o show do Phoenix, que encaminhou uma horda para ver - ou rever - o Hot Chip, que conseguiu fazer uma apresentação mais divertida que a do extinto Tim Festival, em 2007, com direito a sucessos underground como "Over and over" e "Ready for the floor", esta última estreante em terras brasileiras. A festa do palco secundário terminou ao som do Greg Gillis, mais conhecido pelo codinome Girl Talk. Chuva de papel higiênico, papel picado e invasão da plateia no palco marcaram o longo set do DJ americano, que também deu as caras no Brasil na última edição do festival da operadora de telefonia celular.
Brasileiros em ação
Para esquentar - e receber - o público que chegou ao Playcenter ao longo da tarde, bandas como Mombojó, Hurtmold e Holger serviram como pano de fundo para encontros de amigos e passeio pelos brinquedos do parque de diversão, que passaram o dia concorridíssimos. O destaque da ala brasileira do festival ficou com a apresentação dos Novos Paulistas no palco principal, uma espécie de Orquestra Imperial da terra da garoa que une as forças dos talentos de Tulipa Ruiz, Tiê, Tatá Aeroplano, Dudu Tsuda e Thiago Pethit e toda a força de sua neo-MPB.* Colaboraram Tatiana Contreiras e Bernardo Araujo
Show de Lou Reed em São Paulo

Em 1975, Lou Reed lançou Metal Music Machine. O disco trazia distorções e barulhos esquisitos que arrepiaram até os cabelos dos críticos mais vanguardistas.
Dizem que, na época, Reed estava se desligando de sua gravadora e entregou a tortura sonora só como obrigação contratual.
Por outro lado, o cantor rebate a história e afirma que o trabalho é importante e influenciou estilos como o punk e o eletrônico.
O fato é que este ano o polêmico álbum foi relançado em vinil e CD. Além disso, o cantor de 68 anos montou o Metal Machine Trio (MM3), para excursionar mostrando improvisos baseados na obra.
Sendo assim, a terceira vinda de Lou Reed ao Brasil foi marcada pelos barulhos infernais do Metal Machine na Mostra Sesc das Artes 2010.
Com ingressos esgotados para dois dias (20 e 21) no Sesc Pinheiros, em São Paulo, a trinca barulhenta matou a curiosidade dos fãs e assustou alguns desavisados que achavam que veriam um show “normal” do ex-líder do Velvet Underground.
No sábado (20), Reed subiu ao palco ao lado de quatro guitarras ligadas e encostadas em um pequeno muro de amplificadores. Enquanto a microfonia desentupia os ouvidos da plateia, o avô do punk sentou em torno de máquinas com efeitos sonoros, empunhou uma outra guitarra e seguiu viagem acompanhado pelo saxofonista Ulrich Krieger e pelo tecladista e programador Sarth Calhoun.

Desta forma, passaram-se cerca de 40 minutos de pandemônio sonoro, com pouquíssimas intervenções do compositor balbuciando algumas palavras.
Uma fã perdeu a paciência e xingou o ídolo antes de abandonar o local, depois de uns 15 minutos “de espera”. Mas os incomodados foram poucos, porque a maioria dos pagantes sabia o que esperava.
No final, Lou Reed caminhou até a beira do palco, agradeceu a todos e chegou a arriscar um som do Velvet Underground, I'll Be Your Mirror. Um show surreal.


Fonte: R7 (Daniel Vaughan ) e YouTube

sábado, 20 de novembro de 2010

Guitarrista Zé Filho comemora 20 anos de carreira com novo DVD,

Guitarrista Zé Filho comemora 20 anos de carreira com novo DVD

O guitarrista Zé Filho grava o segundo DVD neste domingo (21), em comemoração aos seus 20 anos de carreira. O show instrumental acontece no Teatro do Sesi, Centro da capital, a partir das 20h. A entrada custa apenas 2 quilos de alimentos não perecíveis. A iniciativa conta com o apoio da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), da Prefeitura de João Pessoa (PMJP).
Durante a apresentação, o músico vai tocar músicas que estão nos três CDs da carreira – "Guitar Performance" (1997), "Q_OUT" (2001) e "Evolução"(2008). O repertório inclui, portanto, 11 composições, sendo quatro do primeiro álbum, três do segundo e mais quatro do terceiro.
Zé Filho sobe ao palco acompanhado por Adriano Ismael (baixo), Almir Cesar (bateria) e Igo Wendell (telcado). Os músicos tocam juntos há quase dois anos. A gravação do DVD vai contar também com a participação especial do saxofonista Costinha, um dos mais conceituados instrumentistas paraibanos.
Histórico - Ao longo da carreira, Zé Filho atuou como guitarrista em várias bandas locais. Entre elas, destaca-se o Limousine 58 (1988), Sociedade Anônima (1990), Rush Cover (1994), Orquestra Canto Novo (1996), Banda Sexto Sentido e Insight (ambas em 2001), além de Área Cinco 1 (2006). Atualmente, o artista é produtor musical da cantora paraibana Renata Arruda. O guitarrista é um dos principais incentivadores e divulgadores da música instrumental produzida no Nordeste para todo o país.
O músico Zé Filho é natural de Recife (PE), mas mora em João Pessoa há muitos anos. Começou estudando violão clássico no conservatório de música da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Em1984, passou a tocar guitarra, de forma autodidata. Há 15 anos se dedica ao trabalho solo instrumental.
“Evolução” o novo CD do guitarrista Zé Filho que será relançando nesta quarta-feira (26), a partir das 20h00, no Teatro Ariano Suassuna do Colégio Marista Pio X, localizado na Rua Monsenhor Walfredo Leal, em Tambiá. Os ingressos estão sendo vendidos na bilheteria do teatro ao preço de R$ 5,00 (estudante) e R$ 10,00 (inteira). O show contará com a participação dos músicos Groove, Primatas e Beto Tavares.
“Evolução” conta com dez músicas e foi produzido entre os anos de 2005 a agosto de 2007, gravado no estúdio de Sérgio Gallo, com projeto gráfico de Fábio Cavalcanti, fotografia de Mano de Carvalho, participação especial de Edu Ardanuy, Costinha e o Quinteto Uirapuru.
É claramente perceptível neste trabalho as influências de instrumentistas do jazz, a exemplo de John Coltrane, Jimmy Smith e Wes Montgomery. Há momentos em que a guitarra de Zé Filho se inspira nos fraseados dos instrumentos de sopro, às vezes se separa deles, caminha de forma independente, volta, soma, aparece "jazzy" e depois cheia de blues. Nessa linha, confira as faixas Bluesão (faixa 4) de autoria de Washington Espínola, outro excelente guitarrista paraibano que hoje reside em Genebra, na Suíça. Além de Brincando com Blues (faixa 6) e O Recomeço (faixa 10).
Na opinião do guitarrista e produtor musical, Sydnei Carvalho, o som de Zé Filho transcende aos rótulos fáceis e, segundo ele, o guitarrista não se acomoda a posição de músico da terra. Daqui ou não Zé Filho vem a cada trabalho solo se aperfeiçoando. Para não ser ingrato a quem sempre o acolheu o músico presta homenagem a sua banda de rock Área 51, que no final de década de 1990 fez enorme sucesso junto aos jovens da sociedade paraibana.
Outra homenagem que rende é ao bar Portal das Cores, de propriedade dos produtores de cultura Roberto Zaccara e Marconi Serpa, que funcionou na praia de Intermares, em Cabedelo. O portal para quem não conheceu era um lugar privilegiado a beira mar que trazia música de qualidade. Revelou grandes nomes e trouxe artistas que hoje são consagrados no cenário musical brasileiro, a exemplo de Zélia Ducan, Chico Sciense (falecido), Cássia Ellen (falecida), Ângela Ro Ro, 14 Bis e tantos outros que esqueço agora. Infelizmente o lugar teve que fechar suas portas devido ao fatídico acidente de dois filhinhos de papai que assassinaram um jovem no local.

A sonoridade do disco lembra o estilo de outros bons guitarristas: Dave Specter e Ronnie Earl. Quando comecei a ouvir o disco, a primeira impressão que tive foi a de que o trabalho seria na linha desses dois guitarristas, mas depois constatei que ali havia alma própria.
Há também no disco um ótimo "groove", do qual ele nomeou “Groove do Zé" (faixa 5). A música é cheia de malandragem e com espaços para os músicos da banda dar suas canjas. Bom mesmo é escutar essa música no show. Ali ele se diverte como se fosse um menino que está aprendendo a tocar.Na seqüência desta “Evolução” aparece a faixa título do disco, uma boa música de ser ouvida. Nela o guitarrista é acompanhado do quinteto de cordas Uirapuru. Uma excelente música para ser escutada tomando uns goles de vinho ou Mescal (tequila texana vendida com um mandruvá curtido no fundo da garrafa) ou até mesmo de uma coca-cola, nesse caso para os abstêmios.
Os timbres da guitarra de Zé Filho estão agradáveis, estudados e demonstram bem o vigor do som de suas guitarras novas e antigas que ele as apresenta como se fossem suas filhas. As gravações de Evolução revelam amadurecimento artístico do guitarrista, apreço pelos detalhes, principalmente estéticos do show.
Enfim, Evolução é mais uma mostra dos bons guitarristas que a Paraíba possui e credencia Zé Filho como um grande instrumentista que pode lançar o seu trabalho mundo afora.Ingressos – Os convites para o show de Zé Filho estão sendo distribuídos gratuitamente nas lojas de instrumentos musicais de João Pessoa – O Tamborim de Ouro, Toc Mix, Qualysom e Studio Musical (lojas do Centro e da praia). Outra opção é obter a entrada na bilheteria do próprio teatro. As pessoas também deverão levar no dia da apresentação 2 quilos de alimentos não perecíveis.
Do Portal da PMJP

Domingo, 14 de Novembro de 2010 - 
Segundo dia do Festival Mundo celebra música paraibana
O Festival Mundo teve seu segundo dia de shows neste domingo (15) com uma seleção de algumas das melhores bandas locais. Os estilos variam, indo do indie pop ao regionalismo da rabeca de Beto Brito. Vindas de outros estados, como as pernambucanas Julia Says e Anjo Gabriel e os brasilienses do Móveis Coloniais de Acaju, encerrando a noite com chave de ouro. Além dos shows, o dia foi marcado pelo lançamento dos discos das bandas Elmo e Seu Pereira & Coletivo 401. Os shows começam a partir das 16h na Usina Cultural Energisa.
A Dalva Suada é mais uma das novatas dos palcos paraibanos que se apresentará no Mundo, trazendo um som com base em guitarras expressivas - o “rock and roll pretinho básico”. Madura para a pouca idade, traz músicos experientes que já são conhecidos por outros projetos, como Daniel Jesi (baixista, integrante também do Burro Morto).
Anjo Gabriel será a segunda banda, trazendo ao palco do festival uma música instrumental psicodélica. Mas não pense em calmarias, a guitarra e a bateria nervosas da banda se complementam com os sons do baixo, teclado e theremin.
Veja a apresentação da banda paraibana SEU PEREIRA E COLETIVO 401, durante show no Candeeiro Encantado, João Pessoa/PB - Centro Histórico, dia 24/10/2009.

Há um ano trabalhando no projeto de um CD, a Elmo finalmente irá lançar seu disco com 14 composições próprias. Fazendo um hardcore competente e já conhecido pelo público local, a banda teve o disco gravado no Estúdio Mutuca, no Varadouro, e mixado no Sergipe. Nele, constam músicas como “Prisão”, “Diferentes Defeitos” e “O Dono da Razão” – já conhecidas pelo público que freqüenta os shows da banda. O disco leva o mesmo nome da banda e a capa foi feita pelo designer Rodrigo Bonfim.
A quarta banda do dia será a paraibana Sem Horas, que já passou pelo palco do Festival Mundo em outras edições. Fazendo um rock and roll autoral clássico, com toques de blues e rockabilly, eles são figurinhas carimbadas nos palcos de João Pessoa em shows eletrizantes e dançantes.
Quinta atração da noite, os Reis da Cocada Preta estarão apresentando o repertório do seu novo disco, “Esse É Meu País”. Na estrada desde 2006, o indie rock dessa banda traz letras que falam de questões sociais e problemas existenciais – estilo que vem se definindo melhor a cada apresentação.
Ora samba, ora rock and roll. O Seu Pereira & Coletivo 401 faz da noite um bailinho com suas músicas autorais com seu som tipicamente brasileiro e contemporâneo. O time é experiente, traz alguns dos músicos de maior destaque na cena independente atual, como o compositor Jonathas Falcão (o próprio Seu Pereira), o baixista Thiago Sombra, o guitarrista Esmeraldo (Chico Corrêa) e ainda o baterista Victor Ramalho.
Côco, rabeca, toré, baião – um turbilhão de referências e sons é o show do Beto Brito, que será a sétima atração da noite. Ele complementa o bailinho iniciado pelo Seu Pereira, trazendo uma música cheia de toques nordestinos que são verdadeiramente atemporais.
Logo após o duo pernambucano Julia Says sobe ao palco, trazendo uma música eletrônica e orgânica. O Julia Says já teve outras passagens pelos palcos do Coletivo Mundo e promete fazer um show que passeia por diversas vertentes musicais.
O ska do Móveis Coloniais de Acaju encerrará com chave de ouro o segundo dia do festival. A mistura de música brasileira com música do leste europeu leva o público a um show dançante, carregando de metais que casam perfeitamente com as letras leves e animadas entoadas por André Gonzáles. Essa será a segunda apresentação do “Móveis...” aqui no estado, sendo bastante esperado pelos inúmeros fãs da banda que fizeram um verdadeiro movimento em redes sociais pedindo o show dessa “quase” big band.
O evento é filiado à ABRAFIN (Associação Brasileira de Festivais Independentes), está integrado ao Circuito Fora do Eixo e será realizado na Usina Cultural Energisa, com apoio do SEBRAE, FUNJOPE, SEDES, Handfull Informática, GrafSet e ABD-PB e Energisa. O site oficial, patrocinado e produzido pela agência SODA Virtual, é www.festivalmundo.com.br.
Da Ascom e Portal Correio
Rita Ribeiro faz show pela consciência negra em João Pessoa

A cantora maranhense Rita Ribeiro lança o álbum Tecnomacumba – A Tempo e ao Vivo, hoje, às 20h, no Ponto de Cem Réis. O evento faz parte do projeto Quarta Negra e contará com a participação do grupo pessoense Mamma Jazz, que vai mostrar mais uma vez ao público seu novo disco Nôkana Disquicy, lançado este mês. A programação está alinhada ao Dia da Consciência Negra, no próximo sábado.
Com vinte anos de carreira, Rita Ribeiro lança o primeiro DVD, que inclui quatro discos, além de coletâneas de projetos especiais. O trabalho traz intersecções entre a MPB, sons eletrônicos e as cantigas, pontos e rezas das religiões afro-brasileiras, com sabor de tradição oral. Com o sucesso alcançado em Tecnomacumba, Rita Ribeiro ganhou este ano o prêmio de melhor cantora na categoria Canção Popular da 21º edição do Prêmio da Música Brasileira.
O repertório é um desfile de canções já conhecidas do público em interpretações de outros artistas, como “Cavaleiro de aruanda” (Tony Osanah), “Domingo 23” (Jorge Benjor), “Babá alapalá” (Gilberto Gil), “Oração do tempo de Iansã” (ambas de Caetano Veloso), “Coisa da antiga” (Wilson Moreira e Ney Lopes), “É de Oxum” (Gerônimo e Vevé Calazans), “Rainha do mar” (Dorival Caymmi), “Moça bonita” (Jair Amorim e Evaldo Gouveia), “Xangô, o vencedor” (Ruy Mauriti e José Jorge) e “Cocada” (Antônio Vieira).
Em seu novo CD, o Mamma Jazz mostra uma coletânea dos dez anos de carreira. O vocalista e guitarrista do grupo, Guilherme Semmedo, nasceu em Guiné Bissau, e reside há 20 anos na Paraíba. O trabalho é uma fusão de vários estilos, principalmente a música brasileira e africana.
Por Antônio Vicente Filho, do CORREIO

sexta-feira, 19 de novembro de 2010


Vanessa da Mata traz para João Pessoa o show de lançamento do seu mais novo trabalho, intitulado “Bicicletas, Bolos e Outras Alegrias”. O show está marcado para o próximo dia 20, às 21h, no Teatro Paulo Pontes, no Espaço Cultural
Sexta-feira (19) e o sábado (20) são os dias da Música Popular Brasileira em Campina Grande e João Pessoa. 
Capa do novo CD de Vanessa da Mata
Capa do novo CD de Vanessa da Mata
A cantora Vanessa da Mata que chega à Capital no sábado, e apresenta o novo CD  “Bicicletas, Bolos e Outras Alegrias”. Os paraibanos ouvirão o mais recente trabalho de cada um dos artistas.
A turnê é para o lançamento do novo trabalho da artista - Bicicletas, Bolos e Outras Alegrias.
O quinto disco de Vanessa é produzido por Kassin e mixado por Mario Caldato. O CD tem 12 faixas inéditas, uma parceria com Lokua Kanza ("Vá") e outra com Gilberto Gil ("Quando Amanhecer").
Vanessa da Mata nasceu em 1976, em Alto Garças, no Mato Grosso. De formação autodidata, ouviu de tudo na infância, de Luiz Gonzaga a Tom Jobim, de Milton Nascimento a Orlando Silva.
Em 1997, conheceu o paraibano Chico César e com ele, compôs "A força que nunca seca". A música foi gravada por Maria Bethânia, que a colocou como título de seu disco, em 1999. A gravação concorreu ao Grammy Latino e também foi gravada no CD de Chico, “Mama Mundi”.
Entre os sucessos da cantora estão “Não me Deixe só”, “Nossa Canção” e "Boa Sorte
A apresentação será no Teatro Paulo Pontes, no Espaço Cultural, a partir das 21h.
Nesta passagem por João Pessoa, a cantora apresenta ao público o show de lançamento do seu mais novo trabalho, intitulado “Bicicletas, Bolos e Outras Alegrias”.
Os ingressos para o show da cantora ainda estão à venda nas lojas Skyler, no Manaíra Shopping.
Para as cadeiras do térreo, os fãs pagam R$ 50 (meia entrada) e R$ 100 (inteira).
Já as cadeiras superiores custam R$ 20 (meia entrada) e R$ 40 (inteira). As cadeiras são numeradas.
Em Campina Grande, nesta sexta, o cantor e compositor Oswaldo Montenegro apresenta o seu novo show, “Canções de Amor”, trabalho que faz alusão aos seus 30 anos de carreira.O show acontece no Clube Campestre, a partir das 21h. No repertório, Oswaldo traz grandes sucessos da sua carreira, como “Bandolins” e “Lua e Flor”.
Com informações do Paraíba1