terça-feira, 6 de outubro de 2009

Festival Glastonbury tem David Bowie, U2 e Green Day - O Portishead e Massive Attack e o retorno do trip hop

Bilhetes para festival Glastonbury esgotam em 24 horas 
06-10-2009

Casas de apostas apontam Rolling Stones como favoritos ao lugar de banda de encerramento do evento


Os bilhetes para o festival Glastonbury, em Inglaterra, esgotaram em menos de 24 horas. Segundo o site oficial do evento, os 180 mil ingressos foram postos à venda online na manhã de domingo e rapidamente foram comprados.
Embora ainda não existam quaisquer nomes confirmados para o cartaz, e o festival só arrancar daqui a oito meses, ninguém quis perder a oportunidade de marcar presença na edição do 40º aniversário do Glastonbury.
O passe de três dias custa 185 libras, perto de 201 euros, mais portes de envio.
A organização avisa que serão lançados mais alguns bilhetes para venda durante as próximas semanas, contando com os eventuais cancelamentos das reservas. Os interessados deverão registar-se em www.glastonburyregistration.co.uk.
Entretanto, as casas de apostas britânicas já começaram a lançar as suas listas de favoritos ao lugar de banda de encerramento do festival que se realiza entre 23 e 27 de Junho.
Os veteranos Rolling Stones lideram as apostas da William Hill com 4/1, seguidos do Coldplay e de David Bowie, ambos com 8/1. Apesar da anunciada separação, a especulação em volta de um eventual retorno do Oasis coloca a banda dos irmãos Gallagher na nona posição da tabela, com 33/1.
A lista da casa de apostas William Hill:

1. Rolling Stones 4/1 
2. Coldplay 8/1 
David Bowie 8/1 
3. Muse 10/1 
4. U2 12/1 
Artic Monkeys 12/1 
5. Radiohead 14/1 
6. Prince 16/1 
Elton John 16/1 
Red Hot Chilli Peppers 16/1 
Kings Of Leon 16/1 
7. Green Day 20/1 
Robbie Williams 20/1 
Stone Roses 20/1 
8. Madness 25/1 
Spandau Ballet 25/1 
Manic Street Preachers 25/1 
9. Take That 33/1 
Oasis 33/1


29-06-2009

Glastonbury 2009 marcado pelos tributos



Em 2009, os cabeças-de-cartaz do festival Glastonbury foram Neil Young, Bruce Springsteen e o Blur.
O Festival de Glastonbury fechou no domingo com muitas e grandes atuações e ficou marcado por vários tributos a artistas desaparecidos na semana que passou. O rei da pop Michael Jackson não podia deixar de ser homeageado, mas também Farrah Fawcett foi evocada.
Foi que fez Nick Cave assim que subiu ao palco dedicando o concerto que passou em revista a sua carreira à atriz norte-americana. O músico australiano não fez, porém, qualquer referência a Michael Jackson, conforme nota a «NME».
O grande tributo ficou a cargo dos Black Eyed Peas que evocaram o norte-americano várias vezes durante uma actuação que incluiu uma versão de «Thriller». E também os Noisettes prestaram homenagem a Jackson cantando «Ben» sendo acompanhados pelas palmas do público.
Com atuações no último dia ainda de Tom Jones, The Prodigy, ou dos bastante saudados Madness, o fecho de Glastonbury 2009 ficou para outra banda jáseparada. O Blur terminaram o festival de «forma épica», como refere a «NME» deliciando o público com um especáculo em que incluíram todos os grandes êxitos numa sessão de mais de 20 canções.

O Portishead está em estúdio e os Massive Attack lançaram quatro singles de promoção do novo álbum




Dois dos ícones do «trip hop», o Portishead e o Massive Attack, estão preparando o seu retorno depois de uma temporada de silêncio. O Portishead estão em estúdio e os Massive Attack lançaram quatro singles de promoção do novo álbum.
O rápido retorno do Portishead surpreendeu a imprensa britânica, escreve a Europa Press, já que a banda inglesa demorou 11 anos para publicar o seu terceiro disco, Third, em 2008 e agora, em apenas um ano, já está em estúdio para gravar.
Massive Attack
Geoff Barrow, membro do Portishead, confirmou à BBC que a banda está trabalhando no seu quarto disco de estúdio, mas explicou que este trabalho não será publicado no formato tradicional. É muito provável, disse, que seja lançado apenas por via digital. Ainda assim, o trabalho do Portishead só deverá ser conhecido dentro de aproximadamente um ano.

Quanto ao Massive Attack, acabam de lançar no mercado «The Splitting The Atom», um EP com quatro temas, que deixa antever o retornoo da banda de Bristol depois de três anos sem gravarem material novo. Estes singles funcionarão como promoção do próximo LP que estará à venda em Fevereiro de 2010.
O Portishead revela que já está  assimilando ideias para o seu próximo álbum, que será o quarto registo de originais da banda britânica, noticia a NME.
O produtor Geoff Barrow afirmou que a banda já definiu a direção inicial para o disco. Barrow sustenta que o próximo passo consiste em planear a gravação e definir as datas para uma nova turnê.
«Toda a gente está animada com a possibilidade. Acredito que ninguém quer sair da estrada, porque ainda não fizemos uma série de coisas», referiu Geoff Barrow.
O musical «American Idiot», baseado no disco homônimo do Green Day, já está em cena no Berkeley Repertory Theatre, na Califórnia, EUA. A estreia aconteceu a 15 de Setembro, mas o trailer da peça teatral só agora chegou à Internet.
Encenado por Michael Meyer, que co-escreveu o argumento juntamente com Billie Joe Armstrong, «American Idiot» recupera as canções do álbum editado em 2004 e que vendeu mais de 16 milhões de cópias em todo o mundo.
Outras das canções usadas no musical foram retiradas do novo «21st Century Breakdown», mas há também alguns b-sides e inéditos como «Too Much Too Soon».
Veja aqui o trailer do musical «American Idiot»:


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Spandau Ballet lança primeiro single em 20 anos e Vocalista do Radiohead tem nova banda


«Once More» marca o retorno da banda


O Spandau Ballet prepara-se para lançar «Once More», o seu primeiro single desde 1989. Prevê-se que o álbum, cujo nome ainda não foi divulgado, seja lançado a 9 de Novembro.

«A nova música foi uma maneira de mostrar que os Spandau Ballet estão de volta, não apenas para tocar os maiores sucessos em tournée, mas também para se destacarem entre os novos projetos da música pop!», explicou Gary Kemp num comunicado, citado pelo site NME.
Paralelamente, a banda está também a oferecer aos fãs o download de uma nova versão da música «Only When You Leave» a partir do seu site oficial até ao dia 25 de Outubro. A música pode também ser ouvida no Myspace da banda.
Um dos ícones da era new romantic, o Spandau Ballet está de volta e lançará seu primeiro single em 20 anos. Once More sairá em novembro.

A banda voltou a ativa em março deste ano e Once More, nome da nova canção do novo álbum do grupo. Gary Kemp, integrante do grupo, comentou que espera que a nova canção vá bem nas paradas.
Enquanto isso, os fãs poderão baixar uma nova versão do hit Only When You Leave no site da banda,
www.spandauballet.com.



Thom Yorke conta com elementos dos Red Hot Chili Peppers e dos REM na sua nova banda


Tom Yorke, do Radiohead, formou uma nova banda com a qual se prepara para dar dois concertos ao vivo. Neste projeto, o cantor conta com Flea, o baixista dos Red Hot Chili Peppers, Joey Waronker, dos REM, e ainda com Mauro Refosco, um músico brasileiro, e o produtor Nigel Godrich.

O vocalista anunciou, segundo o site NME, que a banda deverá vir a dar vários concertos, mas que para já estão agendados apenas dois para os dias 4 e 5 de Outubro no Orpheum Theatre, em Los Angeles.
«Nós, realmente, nem nome temos. O concerto não vai demorar muito tempo porque ainda temos pouco material até ao momento! Mas se estiverem por perto apareçam!», escreveu o cantor no blog dos Radiohead. 

Em entrevista à revista «The Believer», Thom Yorke, vocalista do Radiohead afirmou que a banda não vai lançar álbuns no formato tradicional. «Acabaria por matar os Radiohead», disse o líder da banda.

Em 2007, o Radiohead inovaram quando colocaram o álbum «In Rainbows» na Internet antes do CD chegar às lojas, dando aos fãs a possibilidade de pagarem por ele o que quisessem.
Mas Yorke diz que não é esse o modelo de lançamento que tem em mente para o futuro. «Isso funcionou porque nós tínhamos uma ideia exacta de onde queríamos ir. Mas todos nós sabemos que não pode acontecer de novo». O vocalista do Radiohead voltou a reforçar que isso iria matá-los.
Em vez disso, ele entende que a banda pode divulgar novas músicas através de EPs (CDs com cerca de 30 minutos) ou online, como fizeram com a nova canção «Harry Patch», música que saiu no dia 5 de Agosto.
Também está nos planos do Radiohead escrever canções para orquestras. «Estamos a pensar em apresenta-las apenas ao vivo, sem álbum», acrescentou Yorke.
O último disco do Radiohead foi lançado há menos de um ano, mas a banda inglesa já está a trabalhar no sucessor de «In Rainbows».


Em declarações à rádio BBC6 Music, o baixista Colin Greenwood afirmou que grande parte do material já está composto e que o regresso ao estúdio, para a gravação do novo álbum, está marcado assim que a digressão mundial termine no Japão, em Outubro.
Durante a entrevista, o guitarrista Ed O'Brien mostrou-se radiante quanto ao novo trabalho e contou como a banda arranjou tempo para compor durante a tournée. «Ainda estamos a falar sobre fazer algumas coisas e estamos muito entusiasmados. Fizemos uma pausa na digressão para escrever novo material e quisemos continuar porque era mesmo brilhante», adiantou.




Bebel Gilberto: fala sobre o novo disco «All in One»

Bebel Gilberto

Dois anos depois de lançar o último disco de originais, Bebel Gilberto volta aos palcos com «All in One», editado em 05 de Outubro e marca a sua estreia na prestigiada editora de jazz norte-americana Verve.
No novo trabalho, Bebel, filha de João Gilberto e Miúcha e sobrinha de Chico Buarque, reúne originais e versões de temas de Stevie Wonder, Bob Marley, Carmen Miranda e do pai, no já habitual registo de bossa nova renovada, pontuada por uma pop Eletrônica.
Ouça no Myspace da cantora alguns temas do novo álbum
Na produção do sucessor de «Tanto Tempo» (2000), «Bebel Gilberto» (2004) e «Momento» (2007), contam-se nomes maiores da atual cena musical, como Mark Ronson (o produtor de Amy Winehouse e Lilly Allen), o cantor e compositor Carlinhos Brown, Daniel Jobim (neto de Tom Jobim) e John King, dos Dust Brothers.



Há quem diga que se trata de «bossa nova renovada e pontuada de pop Eletrônica», mas a cantora brasileira prefere que seja apenas a «música de Bebel», disse em entrevista à Lusa, a partir de Nova Iorque.
Após «Tanto Tempo» (2000), «Bebel Gilberto» (2004) e «Momento» (2007), a cantora brasileira, filha de João Gilberto - o grande intérprete da bossa nova - e Miúcha e sobrinha de Chico Buarque, resolveu dar ao seu quarto disco um título em inglês, «All in One».
«Depois de três em português, eu achei que tinha direito», exclamou, explicando que se chama «tudo em um», porque este foi o álbum em que conseguiu «juntar todo o mundo», todos os amigos e produtores com quem queria trabalhar.
«Desde o maravilhoso Mark Ronson (produtor de Amy Winehouse e Lilly Allen), a John King», dos Dust Brothers, passando pelo músico e compositor Carlinhos Brown, que não pôde participar no disco anterior, e Daniel Jobim, neto de Tom Jobim, outro grande nome da bossa nova, a sua primeira influência.
«A música tocada na minha casa sempre foi muito o violão do meu pai, minha mãe cantando, e algumas coisas que, de vez em quando, caiam na minha mão, como um disco de George Gershwin ou Stevie Wonder...», recordou.
Quanto a referências posteriores, quando começou «ficando adolescente», Bebel se ligou mais «num movimento que estava tendo de new bossa, na Inglaterra».
«Na época, por ser adolescente, eu estava mais ou menos conectada com o som do Matt Bianco, da Sade, e então aí foi quando deu um clique na minha cabeça, era mais ou menos o que eu queria fazer», afirmou, referindo também como influência o disco «Red Hot and Rio», no qual estrelas da música brasileira e anglo-saxónica fizeram novas versões de clássicos brasileiros e norte-americanos.
Em «All in One», Bebel Gilberto junta originais e versões de temas de Stevie Wonder, Bob Marley, Carmen Miranda e do pai, sobre quem Caetano Veloso canta «...melhor do que o silêncio, só João».
«Na verdade - explicou - eu sempre fiz muita cobrança, desde o "Tanto Tempo". As pessoas gostavam muito dos meus covers e eu estava querendo fazer minhas músicas, mas nesse disco, eu tive a ideia de fazer uma homenagem à nossa querida e amada Carmen Miranda».
Fazer uma versão de «Sun is Shining», de Bob Marley, «foi uma ideia que acabou vindo junto com a viagem que eu fiz para a Jamaica, por estar lá, e o Stevie Wonder ("The Real Thing") foi um presente, foi o Mark Ronson que me sugeriu», indicou.
De Portugal, onde esteve há dois anos, Bebel diz que tem «saudades, porque o público português é sempre maravilhoso».
E é precisamente à Aula Magna da Reitoria da Universidade de Lisboa, onde passou o seu aniversário - 12 de Maio - em 2007, que a cantora regressa a 26 de Outubro, para apresentar «All in One», «feliz da vida».
Bebel Gilberto



Dois anos depois de lançar o último disco de originais, Bebel Gilberto volta aos palcos portugueses com «All in One», que será editado em Portugal a 05 de Outubro e marca a sua estreia na prestigiada editora de jazz norte-americana Verve.
No novo trabalho, Bebel, filha de João Gilberto e Miúcha e sobrinha de Chico Buarque, reúne originais e versões de temas de Stevie Wonder, Bob Marley, Carmen Miranda e do pai, no já habitual registo de bossa nova renovada, pontuada por uma pop electrónica.
Na produção do sucessor de «Tanto Tempo» (2000), «Bebel Gilberto» (2004) e «Momento» (2007), contam-se nomes maiores da atual cena musical, como Mark Ronson (o produtor de Amy Winehouse e Lilly Allen), o cantor e compositor Carlinhos Brown, Daniel Jobim (neto de Tom Jobim) e John King, dos Dust Brothers.


Neto de Elvis Presley assina contrato milionário



Neto de Elvis Presley assina contrato milionário

Ben Presley tem 17 anos e é filho de Lisa Marie Presley. Contrato com Universal Music válido para cinco discos

Ben Presley, neto de Elvis
Ben Presley, o neto adolescente de Elvis Presley, assinou um contrato de cinco milhões de dólares (cerca de 3,4 milhões de euros) com a editora Universal Music, noticia o jornal britânico «Telegraph».
Aos 17 anos, o filho de Lisa Marie Presley, compromete-se a gravar cinco discos, tornando-se assim herdeiro musical do avô, mas não no mesmo registo. «As musicas não terão nada a ver com Elvis, nada a ver mesmo», disse Ben ao jornal.
Segundo o «Telegraph», a previsão é de que o primeiro disco seja lançado no próximo ano.

Em 2008 foi anunciado que Elvis Presley iria «gravar», 31 anos após a sua morte, e graças à tecnologia, um álbum de duetos com cantores «country», noticiou o jornal «Le Figaro» na sua edição online.


O «Rei», segundo o jornal, «cantará» em dueto com nomes sonantes da «country» como Martina McBride, LeAnn Rimes, Sara Evans, Gretchen Wilson, Anne Murray, Amy Grant e Carrie Under­wood.
A gravação assenta num projeto de colaboração entre a Sony BMG e Elvis Presley Enterprises.
«É um excelente exemplo das coisas inovadoras que podem ser feitas para colocar em sintonia com o gosto atual os títulos do catálogo de Elvis, para os novos e os antigos fãs», declarou John Ingrassia, presidente da Sony BMG.
Intitulado «Elvis' Presley Christmas Duet», o disco será, como o nome indica, um álbum de Natal.
Elvis gravou 20 canções de Natal e os seus álbuns para a quadra venderam mais de 25 milhões de cópias, só nos Estados Unidos.
Priscilla Presley, a esposa do «Rei», saudou o projeto de realização destas novas versões das canções de Natal do marido.
«Estou certa de que ele sentiria orgulho em trabalhar convosco», disse.
No disco, com lançamento previsto para 14 de Outubro, ouvir-se-á Elvis cantar em dueto «Blue Christmas» com McBride, «Here Comes Santa Claus» com Rimes, «Merry Christmas Baby» com Wilson, «White Christmas» com Grant e «I'll Be Home for Christmas» com Underwood.
«Está tudo feito com bom gosto. Fizemos a mesma música de acompanhamento que para a gravação original, Elvis Christmas Album, de 1957», assegura Gordon Stoker, um dos elementos do coro que intervém no novo álbum.
O disco de Natal de Elvis de 1957 é o mais popular da história dos Estados Unidos, com nove milhões de exemplares vendidos.



domingo, 4 de outubro de 2009

Blur sem planos para novos concertos e Gorillaz revelaram que vão lançar um filme biográfico

Guitarrista Graham Coxon assegura que a banda não vai voltar a reunir-se num futuro próximo

Os ingleses Blur não deverão voltar aos palcos durante os próximos tempos. Em entrevista à revista "NME", o guitarrista Graham Coxon afirmou que não existem planos para uma nova reunião da banda, apesar dos concertos realizados este Verão.
Blur"
"Mantemo-nos em contato, mas não temos falado em darmos mais shows ou em fazermos qualquer outra coisa", disse Coxon.
Os Blur retornaram aos palcos em Junho deste ano, seis anos após a última atuação da banda. Para além de concertos em nome próprio, o quarteto participou ainda nos festivais Glastonbury, Oxegen e T in The Park.
Apesar do novo hiato do Blur, Graham Coxon tem já preparada uma série de shows do seu projeto solo. Em Novembro, The Graham Coxon Power Acoustic Ensemble irá apresentar-se em várias salas de espetáculo no Reino Unido.
O grupo britânico Blur anunciou no ínicio do ano que poderia retornar aos palcos. O guitarrista da banda, Graham Coxon, confirmou, em entrevista à rádio XFM, que o quarteto está ponderando a hipótese de voltar ao mundo do espetáculo.
"Nós temos falado em dar mais concertos. Não sei ao certo o quanto posso falar sobre o assunto, mas nós, definitivamente, temos discutido sobre isso", explicou Coxon à "NME", falando ainda sobre a possibilidade de comporem novas músicas.
Nos últimos meses, a banda fundada nos anos 90 deu uma série de concertos pelo Reino Unido e França, mas, em Julho, o baixista Alex James deixou os fãs destroçados ao falar publicamente sobre a possibilidade de o grupo não voltar aos palcos. 


Os britânicos Blur voltaram no sábado (13/07) aos palcos, seis anos após o seu último show.
Segundo a BBC News, a banda de Damon Albarn e Graham Coxon atuou perante cerca de de 150 pessoas no pequeno East Anglian Railway Museum, em Essex (Inglaterra), o mesmo local onde os Blur deram os primeiros passos em 1988.
Ao longo de mais de duas horas de show, os Blur recordaram sucessos como "Song 2", "Country House", "Parklife", "Girls and Boys" e "To The End".

O espetáculo serviu de "aquecimento" para a turnê de volta aos palcos do Blur. A banda tem dois grandes concertos agendados, e já esgotados, no Hyde Park de Londres, a 2 e 3 de Julho, e participará nos festivais Glastonbury e T in The Park.

O setlist do show:
1. She's So High 
2. Girls And Boys 
3. Tracy Jacks 
4. There's No Other Way 
5. Jubilee 
6. Bad Head 
7. Beetlebum 
8. Trimm Trabb 
9. Coffee And TV 
10. Tender 
11. Country House 
12. Charmless Man 
13. Colin Zeal 
14. Oily Water 
15. Chemical World 
16. Sunday Sunday 
17. Parklife 
18. End Of A Century 
19. To The End 
20. This Is A Low

Encore: 
21. Popscene 
22. Advert 
23. Song 2 
24. Out Of Time 
25. Battery In Your Leg 
26. Essex Dogs 
27. For Tomorrow 
28. The Universal

Damon Albarn
O vocalista dos Blur, Damon Albarn, falou da possibilidade da banda inglesa regressar aos palcos.
"É uma possibilidade forte eu voltar ao Blur, é mesmo muito possível", disse em entrevista ao BBC Newsbeat.
Albarn afirmou que esteve recentemente com o guitarrista Graham Coxon, adiantando que é "fantástico" ter o seu amigo de volta.
Coxon deixou os Blur em 2002, um ano antes do lançamento do último álbum "Think Tank".
O baixista Alex James revelou no passado mês de Julho que a banda recebeu uma proposta para atuar no festival Glastonbury, sugerindo que tal não tenha vindo a acontecer por culpa de Damon Albarn.
Nos últimos anos, Albarn tem dedicado o seu tempo a vários projetos, como os Africa Express, The Good, The Bad And The Queen e o Gorillaz.
Macacos me mordam
Já o Gorillaz revelaram que vão lançar um filme biográfico que mostra as cenas por detrás da banda animada de Damon Albarn, informa a NME.
"Bananaz" mostra a realidade por detrás da animação da banda que foi criada após uma noite de conversa de Albarn com o animador Jamie Hewlett, no ano 2000.
O filme está a ser produzido pelo amigo da banda, Ceri Levy, que fez o documentário "Starshaped" sobre os Blur, em 1994.
A data de lançamento está ainda por confirmar.
Gorillaz



Nirvana: versão inédita ao vivo chega à Internet



"Scoff" é um dos sons incluídos na edição especial do 20º aniversário do primeiro álbum da banda de Seattle

Nirvana

Uma versão gravada ao vivo e nunca antes editada de um tema do Nirvana chegou quarta-feira à Internet. "Scoff", do álbum de estreia da banda de Seattle, é um dos temas incluídos no CD bónus da edição especial do 20º aniversário de "Bleach".


O primeiro disco de estúdio dos Nirvana será reeditado a 2 de Novembro e contém a gravação de um show no Pine Street Theatre, em Portland.
O site Pitchfork disponibiliza "Scoff" para audição completa. Ouça aqui o som.
O Nirvana preparam ainda o lançamento de "Live at Reading", em formato CD e DVD, e que recupera o concerto de Kurt Cobain, Dave Grohl e Krist Novoselic no festival inglês em 1992. "Live at Reading" deverá chegar às lojas também em 2 de Novembro.


DVD  do Nirvana: "Live at Reading", de 1992, é a resposta a uma versão não oficial do mesmo show



A Universal Music vai lançar em Novembro o DVD oficial do concerto do Nirvana no Festival de Reading, em 1992.


Este lançamento surge depois de uma versão não oficial do mesmo concerto ter sido anunciada e que já mereceu a reprovação dos membros da banda.
O DVD oficial conterá imagens restauradas, som remasterizado e terá vários extras que a editora não revelou.
A versão não oficial do concerto, intitulada "Life Takes No Prisioners", foi lançada em 14 de Maio.


O disco "MTV Unplugged" gravado em 1993 e editado um ano depois, sob o nome de "MTV Unplugged in New York", vai ser lançado a 19 de Novembro em DVD, informa a Billboard.


O DVD vai incluir quatro músicas extra gravadas durante o soundcheck pela banda de Kurt Cobain.
Confere o setlist do DVD "MTV Unplugged in New York":
1 - «About A Girl» 

2 - «Come As You Are» 

3 - «Jesus Doesn't Want Me For A Sunbeam» 

4 - «The Man Who Sold The World» 

5 - «Pennyroyal Tea» 

6 - «Dumb» 

7 - «Polly» 

8 - «On A Plain» 

9 - «Something In The Way» 

10 - «Plateau» 

11 - «Oh Me» 

12 - «Lake Of Fire» 

13 - «All Apologies» 

14 - «Where Did You Sleep Last Night»

Parte da discografia do Nirvana será reeditada em vinil até ao final do ano.


Segundo a revista "Billboard", além do álbum de estreia, "Bleach", está para ser preparado pela primeira gravadora da banda, a Sub Pop, enquanto que "Nevermind", "In Utero" e "MTV Unplugged in New York" serão lançados pela Original Recordings Group (ORG), empresa especializada em produzir e comercializar discos de vinil de alta qualidade.
Esta será a primeira edição em vinil de "MTV Unplugged", o primeiro disco lançado após o suicídio de Kurt Cobain em 1994. No dia 5 de Abril passaram-se 15 anos sobre a morte do vocalista do Nirvana.

sábado, 3 de outubro de 2009

Alice in Chains: espera terminou, novo disco está nas lojas Banda norte-americana lança primeiro disco de originais desde a morte do vocalista Layne Staley em 2002


Desde a morte de Layne Staley em 2002, que poucos pensavam que os Alice in Chains voltassem a ativa sem o seu carismático vocalista. A verdade é que, três anos mais tarde, a banda de Seattle voltou aos palcos. Jerry Cantrell e companhia recrutaram William DuVall, dono de um registo vocal semelhante ao de Staley.




Agora, e depois de vários anos de rumores, os Alice in Chains lançam o primeiro álbum de originais em 14 anos. "Black Gives Way to Blue" chegou esta semana às lojas e apresenta 11 novas canções produzidas por Nick Raskulinecz (Foo Fighters, Stone Sour e Rush).
No retorno aos discos, os Alice in Chains contaram com a participação especial de Elton John e do seu piano no tema título "Black Gives Way to Blue".
Também em destaque estão os singles "Check My Brain" e "A Looking in View".

Alice In Chains "A Looking In View" from Stephen Schuster on Vimeo.




O novo álbum dos Alice in Chains, que conta com a participação do cantor Elton John, está em pré-escuta no site da revista NME - 30 segundos cada tema. "Black Gives Way To Blue" chegaram às lojas no dia 29 de Setembro. A banda colocou há dias no seu perfil do Myspace um vídeo onde explica este novo trabalho, local onde também tem exposto alguns novos temas.
Clique aqui para ouvir disco.
Este será o quarto álbum da banda de Seattle, um tributo ao ex-vocalista do grupo, Layne Staley, falecido em 2002 após sofrer uma overdose de drogas.
A sonoridade de "Black Gives Way To Blue" continua a ter a marca da banda, apesar da colaboração de Elton John, que fez a sua carreira numa direção diferente dos Alice in Chains. O britânico atua no tema que dá nome ao álbum.
"Black Gives Way to Blue" é o primeiro álbum de estúdio dos Alice in Chains em 14 anos. A banda inicia na próxima quinta-feira uma digressão pelos EUA, com as primeiras datas já esgotadas.
Formados em 1987 no meio da «revolução grunge», os Alice In Chains tentam neste álbum um equilíbrio entre o som mais pesado e os temas mais acústicos - é esta a imagem sonora que transparece nos excertos que a «NME» dá a ouvir.
Com mais de 15 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, este será, sem dúvida, um dos mais aguardados discos de 2009.

Tracklist de "Black Gives Way To Blue"
1. «All Secrets Known» 
2. «Check My Brain» 
3. «Last Of My Kind» 
4. «Your Decision» 
5. «A Looking In View» 
6. «When The Sun Rose Again» 
7. «Acid Bubble» 
8. «Lessons Learned» 
9. «Take Her Out» 
10. «Private Hell» 
11. «Black Gives Way To Blue»

Alice In Chains "Black Gives Way to Blue" Short Film